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JESUS: O CORAÇÃO DA BÍBLIA.

Quem acompanha o meu blog percebe que temos um diferencial da maioria dos blogs de grande visitação na internet. É o fato de não buscarmos polêmicas ou assuntos controversos. Neste blog postamos pequenos estudos e mensagens bíblicas para a edificação de todos. Não escrevo isto, para dizer que somos contra esses blogs, que trabalham polêmicas e controvérsias, mas simplesmente para afirmar que esta é a característica deste blog.

Neste blog temos alguns vídeos, e quando vi este vídeo que lanço hoje, fiquei impactado. Um garoto citando os livros da bíblia e dizendo como eles apresentam a Cristo. Para ver o vídeo só é possível no blog e não pelas postagens recebidas por emails. Deixo este vídeo hoje porque ele mostra que Jesus é o coração da Bíblia. Toda a Bíblia fala de Jesus. Foi o que Jesus disse:

João 5:39 – Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.

Sem dúvida acharemos muitas riquezas nas Escrituras se procurarmos Cristo em suas páginas. Temos o Espírito Santo como Mestre, que nos ensina as Palavras que Cristo deixou. Assista o vídeo e deixe um comentário.

Um abraço fraterno,

Pr. Eber Jamil.

QUE DAREI EU AO SENHOR ?

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Sl 116

12 Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?

O salmista tem um coração agradecido a Deus pelos benefícios que Deus lhe concedeu. Benefício é favor, graça. Deus lhe abençoou, então ele faz a pergunta: que darei eu ao Senhor? Talvez certa mentalidade de “barganha com Deus” tenha passado pela mente do salmista, porém percebemos que o sentimento de barganha cedeu o espaço para o espírito de gratidão. Ele estava grato a Deus por isto compôs este salmo. Mas por que ele estava grato? Ao lermos o salmo 116 percebemos algumas razões.

Ele estava agradecido a Deus pelas repetidas respostas as suas orações:

1 AMO ao SENHOR, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica.

2 Porque inclinou a mim os seus ouvidos; portanto, o invocarei enquanto viver.

Ele estava agradecido pelos livramentos de morte:

3 Os cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza.

4 Então invoquei o nome do SENHOR, dizendo: Ó SENHOR, livra a minha alma.

8 Porque tu livraste a minha alma da morte (…).

Ele estava grato pelo livramento do abatimento emocional.

(…) fui abatido, mas ele me livrou (v.6).

(…) os meus olhos das lágrimas (v.8).

Ele estava grato pelo poder de Deus que o capacitou a superar as tentações:

(…) os meus pés da queda (v.8).

Diante desses feitos de Deus em sua vida o salmista pergunta: Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? Vejamos as três respostas que o salmista encontrou:

Primeira resposta: tomarei o cálice da salvação.

13 Tomarei o cálice da salvação (…)

Ele faz referência ao copo de vinho, que faz parte da celebração da Páscoa, que por sua vez, relembra o dia no qual os israelitas foram salvos da escravidão do Egito, o qual para com o crente é o dia em que Cristo nos salvou da escravidão pela Sua morte expiatória na cruz. Portanto, o coração grato deve sorver, entranhar-se da salvação concedida por Deus através de Jesus Cristo.

Segunda resposta: invocarei o nome do Senhor.

V. 13 (…) invocarei o nome do SENHOR.

Percebemos que a oração que ele se refere é toda gratidão a Deus. A gratidão para ele não era um adendo, um corpo estranho que é enxertado na oração no finalzinho, mas a razão de ser daquela oração é a gratidão pelos favores de Deus.

Terceira resposta: pagarei os meus votos de forma pública.

14 Pagarei os meus votos ao SENHOR, agora, na presença de todo o seu povo.

Nota-se que anteriormente, enquanto passava pelo aperto, ele prometeu algumas ofertas para Deus. Portanto, havia nele anteriormente uma mentalidade de “barganha” com Deus, do tipo: “se me abençoares farei isto ou aquilo”. Entretanto, ele entendeu que Deus lhe concedeu um favor, ou seja, uma graça. Assim, ele não cumpriria mais os votos por causa do “espírito de barganha”, mas por gratidão. É por que somos gratos a Deus que devemos cumprir os votos. É por gratidão a Deus que ofertamos. A gratidão tem que vencer o “espírito de barganha”, de amargura e murmuração.

Seja você grato a Deus todos os dias e pergunte-se a si mesmo: Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? Sabendo que por mais que você retribua não chegará à altura do favor de Deus, que nos abençoa por graça. O que importará a Deus é a gratidão como força motivadora para as suas ações em prol do reino de Deus e do próximo.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

QUANDO CRISTO É TUDO PARA TODOS.

O que aconteceria se Cristo fosse “Tudo para todos” em uma comunidade cristã?

Se o tesouro de cada um fosse Cristo?

Se Cristo fosse tudo para esta comunidade?

Encontro a resposta em Colossenses 3: 11 a 17:

11 Onde não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos.

12 Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade;

13 Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.

14 E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.

15 E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.

16 A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao SENHOR com graça em vosso coração.

17 E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.

Primeira resposta: AS DIVISÕES DESAPARECERIAM (v.11). As diferenças de raça, nacionalidade, classe social ou grau de civilização não causariam rachaduras nos relacionamentos desta comunidade.

Segunda resposta: HAVERIA O CULTIVO DE BOAS QUALIDADES (v.12). As misericórdias que brotam das entranhas do ser nascido de novo estariam presentes. As ações seriam norteadas pela benignidade. A humildade, a mansidão e a longanimidade seriam os antídotos para as contendas e divisões.

Terceira resposta: A COMPREENSÃO E PERDÃO CURARIAM AS RUPTURAS DE RELACIONAMENTOS (v.13) . “Assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também”.

Quarta resposta: O AMOR UNIRIA AS VIRTUDES CRISTÃS PROMOVENDO A MATURIDADE DE TODOS. O amor é a “cola” que une todas as virtudes cristãs promovendo a maturidade espiritual de todos.

Quinta resposta: A PAZ, A GRATIDÃO, E A PALAVRA DE CRISTO DOMINARIAM OS CORAÇÕES (v.15 e 16).

Sexta resposta: HAVERIA A VERDADEIRA ADORAÇÃO E O VERDADEIRO LOUVOR (v.16).

Sétima e última resposta: HAVERIA A BUSCA CONSTANTE PELA GLÓRIA DE CRISTO (v.17). Fazer tudo ou falar tudo em nome de Cristo é agir e falar de acordo com o caráter de Cristo.

Não seria bom que Cristo fosse tudo em todos na sua Igreja local? Comece você colocando Cristo em primeiro lugar na sua vida. Seja Cristo o seu Tesouro, o seu Tudo. Se Cristo se tornar tudo em todos ocorrerá um verdadeiro avivamento. Soli Deo Gloria.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

PARA O MELHOR, DAREI O MELHOR!

Monte Moriá Leia 2 Samuel 24:19-25.

Satanás incitou a Davi realizar um censo em Israel. Deus não aprovou tal censo, pois foi uma atitude orgulhosa de Davi que passou a colocar sua confiança em suas forças armadas. O profeta Gade apresentou a Davi três castigos: três anos de fome, três meses de guerra e três dias de peste. Davi preferiu cair nas mãos de Deus e e houve três dias de peste. Setenta mil homens caíram sob o castigo de Deus. Gade orientou a Davi comprar um terreno de Araúna em Moriá e assim ele foi. Quando Araúna viu o rei subindo o monte perguntou-lhe: “Por que vem o meu senhor ao seu servo?”. Respondeu Davi: “Para comprar de ti esta eira a fim de edificar nela um altar ao Senhor” (Vs.21). Araúna ofereceu-lhe gratuitamente a eira e tudo mais que fosse preciso para o altar e o sacrifício, mas Davi alega que não iria oferecer ao Senhor holocaustos que não lhe custassem nada.

O local comprado chama-se monte Moriá (Gênesis 22). Onde Abraão ofereceu em sacrifício seu próprio filho Isaque e onde anos mais tarde Salomão construiu o templo e ofereceu sacrifícios a Deus (II Crônicas 3:1).

Aprendemos com Davi duas coisas básicas:

A primeira é que no reino de Deus deve haver renúncia e esforço. A salvação é pela graça, sem méritos ou ações do homem para se conquistar, mas uma vez dentro do reino de Deus, requer-se do seguidor de Jesus esforço e renúncia.

Mt 11:12 “E, desde os dias de João o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele”.

Mt 16:24 “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”.

Josué 1: 9 “Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares.”

A segunda lição é que para O Melhor, que me deu o seu melhor, darei o melhor. Deus é o melhor, que nos deu o melhor, o seu filho unigênito para a nossa salvação (João 3:16). Davi não quis dar esmolas, nem sobras, mas deu uma fortuna. Comprou o terreno de Araúna por 600 siclos de ouro (1 Cr 21:25), que são cerca de 7 quilos de ouro, e pelos bois pagou 50 siclos de prata, que são cerca de  600 gramas de prata. Deus atentou para aquele sacrifício mandando fogo do céu para queimar o sacrifício no altar, que foi um sinal da aprovação divina. Para Deus devemos sempre oferecer o melhor e não algo despreparado e sem esmero.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

A CEIA DO SENHOR.

 

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O artigo de hoje visa à instrução acerca de uma das ordenanças (assim os batistas chamam) de Jesus – a ceia do Senhor. A ceia do Senhor deve ser celebrada até que Jesus volte (1 Co 11:26). Os elementos desta ceia são o pão e o vinho. O pão representa o corpo de Cristo e o vinho, o sangue de Jesus. Há três posturas básicas acerca da  natureza da ceia do Senhor.

1) TRANSUBSTANCIAÇÃO – È a idéia de que depois dos elementos serem abençoados se transformam no corpo e sangue de Jesus.

2) CONSUBSTANCIAÇÃO – É a idéia de que o corpo de Cristo está presente de forma mísitca nos elementos. Fazendo assim, a ceia de um sacramento, que nesse caso traria uma benção especial para o participante.

3) MEMORIAL – Os elementos são representativos, simbólicos, eles não se transformam no corpo e sangue de Jesus, e não possuem uma presença mística de Cristo. Das três posições, creio eu, a correta é a memorial.

A ceia do Senhor anuncia que Jesus morreu, mas que ressuscitou e voltará. Deve se participar da ceia dignamente (1 Co 11:27), examinando-se a si mesmo (1 Co 11:28) e discernindo o corpo de Cristo (1 Co 11:29).

(o autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

O VERDADEIRO NATAL.

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Lucas capítulo 2 versículos 8 a 14 registra a anunciação do anjo do Senhor aos pastores sobre o nascimento de Jesus. Os pastores eram considerados simples e rudimentares pela sociedade daquela época, entretanto Deus escolheu as coisas fracas e loucas para confundir os “grandes” desse mundo. Na mensagem do anjo encontramos características do verdadeiro natal. Vejamos, quais são:

Primeira, no verdadeiro natal não há medo. “ Não temais…”

A mensagem do natal expulsa a imperfeição do medo. Deus mostra o que é o verdadeiro amor, e o verdadeiro amor suplanta o medo. Quem tem medo não ama. A relação com Deus não é agora baseada no receio do castigo divino, mas sim na convicção de que a justiça divina foi satisfeita com o advento e sacrifício de Jesus.

Segunda, no verdadeiro natal há boas novas. “ porque eis aqui vos trago novas …”.

No Natal há a proclamação da boa notícia divina aos homens. A boa notícia da nova aliança. Deus ofereceu aos homens a possibilidade de se viver uma nova vida, cheia de esperança, fé e amor. A vida baseada em ritos e normas não satisfaz, e é insuficiente para alcançar a Deus. Só crendo nas boas novas de salvação é que alcançaremos o céu.

Terceira, no verdadeiro natal há grande alegria. “novas de grande alegria…”.

A chegada do Salvador, do Messias prometido, traz grande contentamento. A esperança alcançada, a promessa cumprida, traz a alegria de Deus que é duradoura. A alegria da salvação é perene e resiste a períodos adversos.

Quarta, no verdadeiro natal há salvação. “ Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador…”.

A salvação é a marca do natal. Anunciamos o Salvador. Aquele menino era Deus encarnado identificando-se com o homem para ser o sacrifício vicário. Só desfruta o verdadeiro natal aquele que conhece Jesus como seu salvador pessoal. Jesus é o Salvador da humanidade.

Quinta, no verdadeiro natal, Jesus é o Senhor. “ … que é Cristo, o Senhor…”.

No verdadeiro natal não é o papai Noel que é o senhor da festa. Não é o comércio o principal motivo. No verdadeiro natal a majestade e o senhorio de Cristo devem ser reafirmados. Jesus é o Senhor. Será que na sua ceia de natal o Senhorio de Jesus é manifesto?

Sexta, no verdadeiro natal o louvor e a glória pertencem a Deus. “E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas… ”.

Sem dúvida que no verdadeiro natal ocorrerá a glorificação de Deus e não dos homens. As luzes opacas das árvores de natal não se podem comparar com a glória que irradia de Jesus. Os símbolos e mitos não são comparáveis com a glória do Rei dos Reis. Como diz o cântico: “O Rei dos reis nasceu hoje é natal…”.

Sétima, no verdadeiro natal há paz na terra entre os homens. “…Paz na terra, boa vontade para com os homens”.

A contenda, a guerra e o ódio devem desaparecer diante do espírito natalino. O natal proclama a reconciliação de Deus com os homens, e a reconciliação de homens com homens. Este é o natal!

Observe na anunciação do anjo aos pastores os elementos e características do verdadeiro natal. Você quer conhecer o verdadeiro natal? Conheça a Jesus! Quer celebrar o verdadeiro natal? Jesus seja o Senhor da sua vida.

(O artigo escrito é do Pr. Eber Jamil, dono do blog).

POR QUE EXISTO?

corrida “(…) Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz”.

Jesus, neste versículo, mostra que sabia do propósito do seu nascimento. Ele tinha senso de missão. O autor de Hebreus diz que Jesus suportou a cruz porque sabia a alegria que lhe estava proposta (Hb 12:2).

Saber o propósito para o qual foi criado responde a uma das grandes perguntas da vida: por que existo? E isto traz significado à vida. A vida ganha cor e sabor. (O vazio que existe em muitas pessoas é em decorrência do desconhecimento do propósito da existência). Saber o propósito, também traz direção, alvo. A pessoa sabe o que buscar, sonhar e para onde vai, porque sabe o seu propósito de existir. E por último, a sapiência do propósito faz com que a gente concentre os esforços em coisas úteis, essenciais a existência. Quem não sabe o seu propósito de existir tende a se dedicar a coisas inúteis e vãs.

Talvez você pergunte: qual é o propósito da vida? Poderia citar muitos versículos, mas citarei um com a resposta em negrito.

“ Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1 Co 10:31).

O homem foi criado para a Glória de Deus! Lute por este objetivo, busque este propósito, assim não desperdiçará sua vida, pelo contrário, viverás de forma plena e satisfatória.

( O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

ABRAÇANDO A FÉ

93 Habacuque quer dizer “abraço”. Foi o profeta que abraçou a fé e “desabraçou” a dúvida. O ministério de Habacuque ocorreu pouco antes da invasão de Judá por Nabucodonosor, em 605 a.C. Ele foi comissionado para anunciar a intenção do Senhor de castigar Judá com o futuro exílio para a Babilônia.

Ele apresenta duas questões a Deus através de suas profecias. Primeira, por que Deus permitia que o mal crescente em Judá permanecesse impune? Até quando? Perguntou o profeta. Deus responde que está preparando a nação dos caldeus para castigar o povo de Judá. Tal resposta o deixou pasmo! Então ele faz a segunda questão: como um Deus puro de olhos podia justificar o uso dos babilônios (caldeus), um povo ainda mais ímpio que os judeus para castigar Judá? Habacuque se coloca numa posição de vigilância para receber a resposta de Deus e Deus responde:

Eis que a sua alma está orgulhosa, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá”.

Os babilônios, povo soberbo, colheria a violência de volta e seria julgado também. Enquanto o justo deveria se abraçar a fé sabendo da soberania de Deus, pois Deus executa a sua vontade na Terra.

Habacuque entendendo a magnânima e soberana vontade de Deus responde com um lindo salmo de fé. Pedindo que Deus avivasse sua obra na terra. Habacuque saiu da dúvida para a fé, conclui que, Deus é a sua força, fonte de alegria. Deus faria os seus pés como os das corças, capazes de andar nos lugares mais altos.

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas”.

Seu coração está dominado por dúvidas? Muitos questionamentos? Coloque-se na posição de oração e Deus te responderá. Receba a resposta e responda abraçando a fé. Louve a Deus. Seus pés serão semelhantes aos das corças. Você será capaz de andar em terrenos acidentados e chegará a lugares altos. Glórias a Deus!

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

VERDADEIRA ADORAÇÃO

adoração João 4:20-24

20 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.

21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.

22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.

23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

Numa conversa com uma mulher samaritana de comportamento duvidoso, Jesus ensina sobre a adoração. Certamente, se Jesus fosse igual a nós, não escolheria esta mulher para dar tal lição. Havia uma tensão estabelecida entre judeus e samaritanos, e a mulher era samaritana, mas Jesus vence o preconceito racial, social e conversa com essa mulher.

Havia um conflito teológico entre os judeus e samaritanos, para os samaritanos o local da adoração era o monte Gerizim, para os judeus era em Jerusalém. Jesus ensina que a adoração não deve está circunscrita e limitada a certos lugares. Em todos os lugares podemos adorar a Deus.

“(…) Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai”

Outra coisa que se depreende é que a adoração deve ser fruto de um conhecimento pessoal. Jesus falou: Vós adorais o que não sabeis (…). Quantos não adoram a Deus sem conhecê-lo? Quantos não praticam um ritual litúrgico sem saber a quem estão adorando?

O tempo de adoração é hoje. São todos os dias. Jesus disse que “a hora vem, e agora é”. O “agora é” indica que hoje “agora é” e que amanhã será também “agora é”, como daqui há um mês etc. A adoração deve ser permanente e perseverante.

A adoração deve ser verdadeira, legítima. Não deve ser para “inglês vêr”, mas autêntica. A falsidade é reprovada pelo Senhor. Ele não olha a aparência, mas o coração.

A adoração é pela fé. Só pela fé adoraremos a Deus em Espírito. Muitos canalizam sua fé em objetos e pessoas. Entretanto, a verdadeira adoração é em Espírito. Tal oração é desejada pelo Pai que busca verdadeiros adoradores. Devemos ganhar vidas para o Senhor, pois assim se tornarão adoradores agradando o coração do Pai celestial.

(O autor do artigo é o Pr Eber Jamil, dono do blog).

AMAR A DEUS: O QUE É?

Deuteronômio 6: 4 a 9.

worshiping1Os Vs. 4 a 9 de Deuteronômio capítulo 6 é um trecho conhecido como shema (palavra hebraica que significa “ouça”). Veio a ser confissão da fé judaica, recitada diariamente. O shema consiste apenas nos versículo 4 em sua forma original, sendo expandido depois para incluir os versículos 5 – 9; Dt 11:13-21 e Nm 15:37-41. O shema, para o judeu praticante, deve ser recitado de manhã e de  noite. Nele encontro o seguinte tema: amar a Deus – o que é? Vejamos o tema em partes:

Primeiro, ter uma adoração exclusiva a Deus (v.4). “Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR”. Quem ama de fato a Deus não tem seu coração dividido por outros ídolos. O ídolo não é necessariamente de ouro ou barro, pode ser uma pessoa, um objeto como dinheiro, ou algo relacionado à vanglória como a fama. Jesus disse que não é possível servir a dois senhores, assim aquele que ama a Deus, não dividirá seu coração com outrem.

Segundo, ama a Deus integralmente (v.5). “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças”. Não basta não dividir o coração com ídolos, temos que amar a Deus com todo nosso ser e capacidade. Usando todas as nossas energias para a Glória de Deus.

Terceiro, amará a Palavra de Deus (VS.6-9). “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.” Quem ama a Deus procurará obedecer a Palavra. Guardará a Palavra no coração. Ensiná-la-á ao filho dentro da própria casa. Quando sair, acordar e dormir, a Palavra estará presente, suas ações serão norteadas pela mesma e sua vida será um verdadeiro outdoor das Escrituras.

O tema escolhido é muito vasto. Limitei-o ao texto escolhido. Portanto, encontrei essas três características do amor verdadeiro a Deus. Deus o abençoe.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).