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A CONSOLAÇÃO DIVINA NÃO É AQUÉM AO SOFRIMENTO.

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II Coríntios 1. v.5: Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.

A consolação não é inferior ao sofrimento. Se o sofrimento for abundante a consolação de Deus será abundante. Se o sofrimento for transbordante a consolação também será. Deus não dá paliativo. Deus dá o remédio certo para a dor correspondente.

Nos tempos de colégio, jogando bola, caí e fui para casa com o braço doendo. Chegando lá recebi pequenos presentes da minha mãe, que me fez esquecer a dor do braço e brinquei. Depois da brincadeira senti a dor novamente com mais força e fui levado ao médico. Tive que engessar o braço. Você percebe? Enquanto me distraía com os brinquedos consegui esquecer a minha dor e não pensei nela. Quando a distração acabou, voltei senti-la com mais força. Deus não faz assim. Deus não nos consola com distrações. A consolação dEle é a altura do nosso sofrimento e sobrepuja.

Os sofrimentos terrenos não se podem comparar com a Glória que será revelada. Hebreus 12 diz que Jesus suportou a cruz e desprezou a afronta porque Ele sabia da alegria que lhe estava proposta. Jesus anteviu a consolação que receberia e isto foi um dínamo para ele suportar e vencer o suplício da cruz. Quando à tempestade vier saiba que a bonança virá e com ela uma calmaria alentadora e renovadora de suas forças.

(O AUTOR DO ARTIGO É O PR. EBER JAMIL, DONO DO BLOG).

O MAIOR SINAL DE TODOS OS SÉCULOS.

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Texto Base:

Mt 12.38-41.

38 Então alguns dos escribas e dos fariseus tomaram a palavra, dizendo: Mestre, quiséramos ver da tua parte algum sinal.

39 Mas ele lhes respondeu, e disse: Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém, não se lhe dará o outro sinal senão o do profeta Jonas;

40 Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.

41 Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é maior do que Jonas.

Introdução:

Existem nos evangelhos 35 milagres realizados por Cristo. Sabemos que Cristo realizou muito mais milagres. Por isto João escreveu: “Jesus fez muitas outras coisas. Se cada uma delas fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que seriam escritos” (Jo 21.25). Porém os milagres escritos e relatados tinham um objetivo, segundo João: “… foram escritos para que creais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31).

Mas qual foi o maior sinal? Creio que o maior sinal foi a ressurreição de Cristo destacado neste texto como o sinal de Jonas. Sendo o milagre ocorrido com Jonas inferior a ressurreição de Cristo. Como disse Jesus: está aqui quem é maior do que Jonas.

I – Alguns religiosos pedem um sinal a Cristo

Jesus fala do sinal de Jonas em resposta ao pedido dos escribas e fariseus por um sinal. Eles fecharam os olhos para inúmeros milagres que Jesus já havia realizado. Não era suficiente para eles que Jesus tivesse curado os enfermos, purificado os leprosos, ressuscitado mortos e expulsado demônios. Eles ainda não criam e nem tinham, na verdade, o desejo de crer, mas desejavam “provar” a Cristo. Creio que os maiores incrédulos vivem num ambiente religioso. Cercados por ritos, normas, porém sem vida com Deus. Eles erravam, apesar de serem mestres da lei; mas, na verdade, não conheciam as escrituras, como deveriam, muito menos, o poder de Deus (Mt 22.29).

Esses religiosos queriam um sinal sem crer; só pela vista. Jesus disse, em certa ocasião: Bem-aventurados os que não viram, e creram (Jo 20.29). Os religiosos agiram com incredulidade, em oposição à fé que é a certeza das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem (Hb 11.1).

Jesus não respondeu como o esperado a esses homens, porque não queria provar a sua divindade através de “testes humanos” e nem ser conhecido como um milagreiro ou curandeiro. Em muitas ocasiões, Jesus pedia àqueles que eram curados por ele para que não divulgassem suas curas (Mc 7.36; Mt 8.4; Mt 9.30; Mc 5.43 e Lc 5.14). Jesus sabia que o povo tinha tendência de distorcer o caráter de sua missão aqui na terra. Jesus veio implantar o reino de Deus, espiritualmente falando, o qual tinha implicações terrenas (Mt 6.10; Mt 6.33; Mt 13.11; Mt 13.45 e Mt 18.3); porém as multidões esperavam um Messias, no sentindo político e terreno, o qual os libertasse do jugo romano (Jo 6.15; Jo 6.26 e 27). Jesus veio salvar e buscar o que se havia perdido (Lc 19.10).

Como a geração daqueles fariseus e escribas, vivemos numa geração má e adúltera sedenta por sinais, sem desejar o novo nascimento, a regeneração, a mudança de vida e sem uma fé legítima (At 8.9-25).

II – O maior de todos os sinais

Para confirmar a obra de Jesus, haveria o maior sinal de todos: Deus ressuscitaria seu Filho da sepultura. Maior sinal do que aquele que serviu para a conversão de toda a Nínive. Vários obstáculos foram vencidos para que a ressurreição de Cristo ocorresse. Vejamos alguns deles: A) A pedra enorme. A pedra pesava cerca de uma tonelada e meia e foi revolvida por um terremoto de origem divina (Mt 28.2). B) A guarda romana. Uma escolta de soldados romanos guardava o túmulo (Mt 28. 62 -66), mas foi vencida. C) O selo romano. Foi colocado sobre a pedra um selo romano para que ninguém violasse (Mt 27.66). Quem violasse o selo romano era passível de morte. D) A morte. A morte em si era o maior obstáculo para a ressurreição de Cristo, mas Jesus venceu a morte (Mt 28. 5 e 6).

Na ressurreição de Cristo o poder político e terreno do Império Romano foi vencido, foi vencido também o poder de Satanás e o poder da morte (1 Co 15.54-57).

III – Jesus maior do que Jonas:

O fato de Jonas ter sido lançado no mar e engolido por um grande peixe impactou os ninivitas, juntamente com a pregação dele, a tal ponto de todos se converterem, proclamarem um jejum onde até os animais jejuaram, e vestiram-se de pano de saco, desde o maior até o menor (Jn 3.5-10). “A população total de Nínive deveria ser, aproximadamente seiscentos mil habitantes, uma vez que havia 120 mil crianças e também muitos animais” (Jn 4.11) (Bíblia Anotada Expandida). Maior impacto deve causar a ressurreição de Cristo, porque ele é maior do que Jonas. Que tipo de impacto a ressurreição de Cristo deve nos causar?

  • Poder para se viver uma vida nova – Quando manifestamos a nossa fé em Jesus, identificamo-nos com sua morte e ressurreição. Morremos para o domínio do pecado e de Satanás, e recebemos o poder da ressurreição para viver uma vida nova (Rm 6.4-15).
  • Poder para enfrentar as lutas – Temos o poder da ressurreição de Cristo em nossas vidas que nos ajuda a enfrentar os percalços da vida (2 Co 1.8-11 e Rm 8.11).
  • Testemunho e pregação com mais autoridade – Jesus está vivo e nos outorga poder para ser suas testemunhas (Mt 28.19-20; Mc 16.15-19 e At 5.29-32).
  • Temos uma esperança viva – Porque o nosso Senhor está vivo (1 Pe 1.3-9).

Conclusão

Jesus deixou para aquela e para esta geração má e adúltera o maior se todos os sinais: a sua ressurreição. Venceu, com isto, o Império Romano, Satanás e a morte. Ninguém pode resisti-lo. Jesus chamou tal milagre de sinal de Jonas. Jonas sobreviveu dentro do ventre de um grande peixe e pregou a palavra de Deus, levando toda a Nínive ao arrependimento. Se Jonas, que é inferior a Cristo, impactou de tal forma, quanto mais a ressurreição de Cristo. Sejamos divulgadores e proclamadores da ressurreição de Cristo que continua a impactar todas as gerações. Sirvamos ao Senhor que está vivo e que nos prometeu buscar para estarmos com ele (Jo 14.1-3).

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

TENDO OLHOS, NÃO VEDES?

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Leia Mc 8.10-26

Neste texto bíblico, objeto de nossa meditação, os verbos olhar e ver são empregados várias vezes; não só em conexão com a cura do cego de Betsaida, mas desde o pedido dos fariseus a Jesus: um sinal do céu. Na verdade, a cura do cego é o ponto culminante deste assunto.

O fato de Jesus curar esse cego em duas etapas tinha o propósito de mostrar aos díscipulos que eles ainda enxergavam as coisas espirituais de forma turbada. Já enxergavam espiritualmente, porém, não enxergavam de forma nítida como o cego de Betsaida, antes do segundo toque. Veja as perguntas que Jesus fez aos díscipulos: “Tendo olhos, não vedes? E tendo ouvidos, não ouvis?”

I – A cegueira dos fariseus:

Logo depois da multiplicação dos pães pela segunda vez, os fariseus incrédulos se aproximam de Jesus para o “tentar”, pedindo um sinal do céu. Eles não desejavam crer, mas sim “provar” a Cristo. Jesus havia acabado de multiplicar os pães pela segunda vez (Mc 8.1-10); mesmo assim os fariseus pediam outro sinal. Segundo a narrativa de Marcos, Jesus respondeu que não daria nenhum sinal àquela geração. Segundo a narrativa de Mateus (16.1-4), o único sinal dado seria o do profeta Jonas, o qual se refere ao fato de Jonas ter ficado três dias e três noites no ventre do peixe, assim como Jesus ficaria no coração da terra três dias e três noites e depois ressuscitaria, como de fato aconteceu (Mt 12.38-41). Jesus, ao se referi aos fariseus, chamou-os de guias cegos (Mt 23.16, 17, 19, 23, 24 e 26). Os fariseus eram cegos por sua incredulidade, jactância e justiça própria. Jesus não cede à provocação dos fariseus, pois ele não veio para aqueles que se acham sãos, mas para aqueles que reconhecem as suas enfermidades (Lc 5.31 e 32).

II – A visão turbada dos discípulos

Por sua vez, os discípulos que já enxergavam espiritualmente falando, mostram ter ainda uma visão turbada das coisas espirituais. Durante a travessia no barco Jesus faz uma advertência para que eles se guardassem do fermento dos fariseus e de Herodes. “Os judeus, seguindo o mandamento de Deus (Ex 13.7), evitam o uso de toda levedura na semana imediatamente após a Páscoa. Na época de Cristo, a levedura simbolizava a má inclinação do homem. Jesus aplica o símbolo da levedura à corrupção espiritual daqueles que procuram derrotar seu Messias” (in: Bíblia Vida Nova). “O fermento dos fariseus era a hipocrisia (Lc 12.1), e o fermento de Herodes era o secularismo e o mundanismo”. (in: Bíblia Anotada Expandida).

Jesus trata com seus discípulos de algo espiritual, porém eles têm uma compreensão materialista da advertência, e começaram a discutir entre si, dizendo que Jesus tinha falado isto, porque eles não tinham trazido pão (Mc 8.16). Tal compreensão materialista de algo espiritual é um dos aspectos da visão espiritual turbada dos discípulos. Um segundo aspecto é a incredulidade deles. Eles discutiram entre si, porque não tinham trazido pão, só que o texto informa que eles tinham um pão (v.14) o qual consideraram como um nada. Jesus faz uma série de advertências a eles:

Para que arrazoais que não tendes pão? Não considerastes nem compreendeis ainda? Tendes ainda o vosso coração endurecido? Tendo olhos, não vedes?

Eles estavam discutido entre si, porque só tinham um pão, e ainda consideravam esse único pão um nada, depois de Cristo ter realizado as duas multiplicações de pães e peixes (Mc 8.19 e 20). E aí está o terceiro aspecto da visão turbada dos discípulos: a memória curta. Quando digo: memória curta, não estou dizendo que eles tinham esquecido da primeira e da segunda multiplicação dos pães; porém, refiro-me ao fato de que eles não aplicavam as experiências anteriores ao presente da vida deles. Os discípulos discutiram, porque tinham um só pão, quando Jesus já havia alimentado, com poucos pães, cinco mil pessoas, na primeira multiplicação, e quatro mil, na segunda multiplicação.

III – A cura do cego de Betsaida

Depois do pedido dos fariseus, e depois do diálogo, acontece a cura gradual desse cego de Betsaida; tal fato é o ápice da narrativa. Este milagre é narrado por Marcos somente. Percebemos que os fatos estão interligados: os fariseus queriam ver, porém eram cegos espirituais. Os discípulos viam espiritualmente, porém de forma turbada. Agora Jesus encontra com um cego, no sentido físico, que passa por um processo para ter uma visão completa.

Jesus tomou o cego pelas mãos para levá-lo para fora da aldeia. Cuspiu em seus olhos e perguntou-lhe se via alguma coisa. O cego respondeu:

Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam.

Jesus dá um segundo toque. Observemos que Jesus não desejava que o homem apenas enxergasse, mas que enxergasse bem. Era o mesmo desejo que ele tinha em relação aos discípulos que enxergassem as coisas espiritualmente falando de forma clara.

Temos nessa cura gradual do cego uma ilustração vívida do modo pelo qual o Espírito Santo continua a operar na transformação das almas, através da santificação. Aquele que foi salvo por Jesus passa a enxergar cada vez mais pelo processo da santificação. Não basta a recuperação parcial da vista. Na santificação o crente não pode ficar no meio do caminho. “A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4.18). Nós que fomos guindados para o reino da Luz do Senhor, precisamos enxergar, de forma clara, questões como sexualidade, dinheiro, vida familiar, o próximo e outras.

Conclusão

Neste milagre fica patente que, quando Jesus realizava um milagre, muitas vezes, ele não apenas objetivava a cura e salvação do indivíduo, mas também o crescimento espiritual dos seus discípulos e das multidões que o cercavam. Os milagres de Cristo são pedagógicos, cheios de lições preciosas que devem ser guardadas em nosso coração.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

APRENDENDO COM OS SAMARITANOS.

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Neste artigo quero escrever sobre o aprendizado que podemos ter com os samaritanos. Os samaritanos eram considerados estrangeiros e sincréticos pelos judeus. Entretanto, quando tiveram contato com a Graça de Deus através de Jesus, a maioria das vezes, responderam positivamente. Podemos aprender com eles nos evangelhos. Tanto que Jesus para ensinar a um doutor da lei, quem era seu próximo, contou uma parábola usando como referência um samaritano.

Observemos, primeiramente, a atitude da mulher samaritana (João 4) quando teve contato com Jesus e descobriu que Ele era o Messias. Ela era uma mulher marginalizada na sociedade, pois teve cinco maridos e vivia num concubinato, quando encontrou com Jesus. Ela tinha ido buscar água no poço com seu cântaro quando se encontrou com Ele. Ao descobrir quem era Jesus abandonou seu cântaro e foi divulgar aos seus conterrâneos sobre o Messias. Testemunhou com ardor apesar da sua má fama. Não se calou diante da primeira pessoa. Deu seu testemunho pessoal. Conduziu pessoas a Jesus de tal forma que Ele teve que ficar dois dias em Samaria. Aprendemos com essa mulher sobre o impulso primaz do novo convertido – falar de Jesus e testemunhar  o nome dEle. Muitas vezes os crentes antigos estão envolvidos por calotas de gorduras do seu próprio eu e arrefecem no ardor da evangelização. O passado obscuro e sombrio dessa mulher não a fez se intimidar diante da urgência da mensagem da salvação.

Outro exemplo foi quando Jesus curou dez leprosos (Lucas 17) e só o que voltou para agradecer era samaritano. A cura não foi imediata. Jesus recomendou que eles fossem ao sacerdote conforme a lei. Era uma obrigação legal ir ao sacerdote, pois somente os sacerdotes podiam liberar o convívio social dos leprosos. Entretanto, quando Jesus os mandou, eles ainda não estavam curados. Foram curados no caminho. Os dez leprosos cumpriram a ordem e a obrigação de ir ao sacerdote. O samaritano foi além da obrigação e voltou a Jesus para agradecer. Foi além do dever. Foi grato. Adorou a Jesus. Por isto foi o único dos dez ex-leprosos que ouviu: a tua fé te salvou. Aprendemos com esse samaritano a gratidão e a fazer mais do que a obrigação. Ir além da obediência movido pela adoração e gratidão.

O último exemplo que quero citar não vem de um fato histórico, mas vem da parábola que Jesus contou (Lucas 10). Jesus usou um samaritano como referência para um doutor da lei. Jesus foi mais além, usou as figuras intocáveis dos sacerdotes e levitas como exemplos negativos em detrimento de um samaritano que age com bondade. Contou a história de um homem assaltado e caído numa estrada que foi visto por um sacerdote e um levita, que passaram de largo. O samaritano, que não tinha obrigação de ajudar por causa do contexto hostil entre judeus e samaritanos, foi o que parou e socorreu o ferido. O samaritano teve compaixão. Tratou das feridas do homem com azeite e vinho, que são símbolos do Espírito Santo e do sangue de Jesus, respectivamente. Levou-o a estalagem. Pagou a hospedagem e disse que quando voltasse pagaria o que faltasse. O samaritano foi o próximo para com o próximo. O doutor da lei havia indagado: quem é o meu próximo? Jesus numa santa estocada usa como exemplo um samaritano.

Aprendemos com o exemplo dos samaritanos que a Graça de Deus pode atingir aos sincréticos, aos nossos desafetos e fazê-los instrumentos poderosos nas mãos de Deus. Cabe a mim e você pregar o evangelho aos nossos samaritanos, aos nossos desafetos, sabendo que Deus é poderoso para regenerá-los.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

ORANDO SEM ESPERAR RECEBER.

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Leia: At 12:1-17.

O ser humano é um ser social que interage com a sociedade onde está inserido. Por sua vez, o mesmo acontece com a Igreja visível, que é suscetível aos acontecimentos que ocorrem a sua volta. A morte de um discípulo de Jesus, achegado, na época apóstolo, Tiago, irmão de João, filho de Zebedeu, atingiu a Igreja cristã cerca de dez anos após a ressurreição de Jesus. Tiago foi decapitado por ordem de Herodes Agripa I. Vendo que isso agradara aos judeus, continuou, e mandou prender também a Pedro. Tais acontecimentos foram fortíssimos para a Igreja emergente.

A resposta da igreja foi à oração por Pedro (At 12:5). Percebemos que eles foram solidários, perseverantes, fervorosos, e específicos em suas orações. A oração a Deus é um recurso poderoso em qualquer época, como em tempos difíceis. Pedro estava preso numa das torres da fortaleza de Antonia, que se situava na região noroeste do Templo.

Deus responde a oração de forma sobrenatural. Vejamos o relato registrado em Atos:

 

E quando Herodes estava para o fazer comparecer, nessa mesma noite estava Pedro dormindo entre dois soldados, ligado com duas cadeias, e os guardas diante da porta guardavam a prisão. E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias. E disse-lhe o anjo: Cinge-te, e ata as tuas alparcas. E ele assim o fez. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa, e segue-me. E, saindo, o seguia. E não sabia que era real o que estava sendo feito pelo anjo, mas cuidava que via alguma visão. E, quando passaram a primeira e segunda guardas, chegaram à porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua, e logo o anjo se apartou dele. E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo, e me livrou da mão de Herodes, e de tudo o que o povo dos judeus esperava.

Pedro, depois de liberto, dirige-se a casa de Maria, mãe de João Marcos, onde segundo a tradição, o Espírito Santo foi derramado no dia de Pentecostes. Pedro bate na porta da casa. Rode vai atende, escuta a voz de Pedro, e se emociona. Não consegue, por causa de tanta emoção, atender prontamente a porta. Anuncia a chegada de Pedro aos irmãos, então é desacreditada, chamada de louca, ainda é questionada com um argumento teológico de que seria o anjo de Pedro.

Percebemos que a Igreja orava pela libertação de Pedro, mas não creram no poder de Deus para responder. Como muitos pregam sem crer naquilo que prega. Como muitos cantam sem verdadeiramente louvar a Deus. Como muitos ensinam sem praticar. A Igreja orava sem crer na resposta de Deus.

Rode creu simplesmente. Entretanto, os irmãos mostraram um rebuscamento teológico, ao pensarem que era o anjo de Pedro, sem crer que Deus respondeu. Contradição. Devemos ter a fé simples de Rode e não buscarmos saídas rebuscadas para a nossa incredulidade. É preferível ser como o pai do menino epilético, que confessou a Jesus a sua dificuldade de crer, a orar com fervor sem crer que Deus pode responder. A oração tem que ser mais do que um rito fraterno, precisa ser verdadeira.

Pedro encontrou mais facilidade para sair da prisão (que era impossível) do que entrar na casa onde se faziam orações. Ele ficou algum tempo batendo na porta para depois entrar. Os irmãos efetivamente creram que era Pedro, quando a porta foi aberta. Pedro acenou-lhes com a mão e contou-lhe como se deu a libertação. A oração é para ser feita com expectativas. Não é para ser vista como uma formalidade que enverniza a incredulidade de quem ora.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

VOCÊ QUER A PAZ DE DEUS?

paz soldado Paulo escrevendo aos Filipenses (Capítulo 4) mostra sete recomendações de como desfrutar a paz de Deus.

v. 9 “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco”.

Paulo condiciona o desfrutar da paz de Deus àquilo que ele ensinou, ou seja, a prática dos seus ensinos e a imitação de sua vida. Portanto nós que temos paz com Deus, adquirida pela justificação dos nossos pecados na cruz, devemos praticar certas atitudes cristãs para desfrutarmos da paz de Deus.

Vejamos as sete recomendações paulinas:

Primeira recomendação: tenha o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus:

v. 2 “Rogo a Evódia, e rogo a Síntique, que sintam o mesmo no SENHOR”.

v. 3 “E peço-te também a ti, meu verdadeiro companheiro, que ajudes essas mulheres que trabalharam comigo no evangelho, e com Clemente, e com os outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida”.

A unidade da Igreja estava ameaçada pelo conflito entre duas mulheres operosas na Igreja – Evódia e Síntique, cooperadoras de Paulo, cujos nomes estavam escritos no livro da vida. Paulo recomendou: sintam o mesmo, ou, tenham o mesmo modo de pensar. Ele deu esta mesma recomendação em Fp 2:1-8 nos exortando a ser humildes como Jesus foi. Por detrás das contendas, muitas vezes, se está instalado o sentimento de superioridade. O remédio é a humildade.

Segunda recomendação: alegra-te no Senhor:

v. 4 “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos”.

Quatorze vezes em forma nominal ou verbal Paulo menciona a alegria que existe na vida cristã. (Ele estava preso). Ele mostra que o Senhor é o principal motivo da nossa alegria. Alegrar-se no Senhor significa a existência de alegria em se viver com o Senhor. Ele é fonte de alegria. Fomos inseridos e mergulhados em Cristo pelo Espírito Santo, portanto devemos nos alegrar nEle.

Terceira recomendação: seja moderado:

v. 5 “Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. “

O texto fala de moderação, amabilidade, equidade. É a atitude de abrir mão dos seus direitos em prol da paz. É fazer como Jesus que se doou para que os homens tivessem paz, ou ainda, como Abraão que na contenda com Ló cedeu o melhor lugar para ele. Sejamos conhecidos pela moderação, e não pelo pavio curto, e não pelo espírito briguento.

Quarta recomendação: creia que o Senhor está perto.

v. 5 “(…) Perto está o SENHOR”.

Podem ter dois significados a expressão “perto está o Senhor”. Primeiro significado, a volta de Jesus esta próxima. Segundo, o Senhor está perto de nós cumprindo a promessa de estar conosco todos os dias. Os dois entendimentos devem relativizar a falta de paz no coração do crente. “O choro dura uma noite, mas a alegria vem pelo amanhecer”. Perto está o Senhor.

Quinta recomendação: não vivas ansioso.

v. 6 “Não estejais inquietos por coisa alguma; (…) “.

Devemos desaprender a ansiedade e viver confiando em Deus. Lancemos sobre Deus toda nossa ansiedade, porque ele tem cuidado de nós (I Pe 5:7). Lançar é entregar. Entregar-se é confiar, se confiamos, descansamos, e não vivemos mais ansiosos.

Sexta recomendação: ore com ações de graças.

v. 6 “ (…) antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças”.

A oração é o antídoto para a ansiedade. A disciplina da oração feita a Deus aquieta o ser. A oração não pode ser um fim em si mesmo, mas um diálogo sincero e perscrutador com Deus.

Sétima recomendação: santifique sua mente.

v.8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

Sem dúvida, grande parte da ausência de paz se dá por causa dos pensamentos que dominam nossas mentes. São necessários bons e santos pensamentos para que haja saúde mental e espiritual.

Se você vivenciar essas e outras práticas cristãs, a paz de Deus será desfrutada. Não se trata de uma fórmula, mas vida. A paz de Deus é disponível para os que vivem em Deus. Viva estas recomendações de Deus através de Paulo. Talvez você pergunte: qual é o resultado da paz de Deus no coração de alguém? A resposta está no texto:

v. 7 “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus”.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

ABRAÇANDO A FÉ

93 Habacuque quer dizer “abraço”. Foi o profeta que abraçou a fé e “desabraçou” a dúvida. O ministério de Habacuque ocorreu pouco antes da invasão de Judá por Nabucodonosor, em 605 a.C. Ele foi comissionado para anunciar a intenção do Senhor de castigar Judá com o futuro exílio para a Babilônia.

Ele apresenta duas questões a Deus através de suas profecias. Primeira, por que Deus permitia que o mal crescente em Judá permanecesse impune? Até quando? Perguntou o profeta. Deus responde que está preparando a nação dos caldeus para castigar o povo de Judá. Tal resposta o deixou pasmo! Então ele faz a segunda questão: como um Deus puro de olhos podia justificar o uso dos babilônios (caldeus), um povo ainda mais ímpio que os judeus para castigar Judá? Habacuque se coloca numa posição de vigilância para receber a resposta de Deus e Deus responde:

Eis que a sua alma está orgulhosa, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá”.

Os babilônios, povo soberbo, colheria a violência de volta e seria julgado também. Enquanto o justo deveria se abraçar a fé sabendo da soberania de Deus, pois Deus executa a sua vontade na Terra.

Habacuque entendendo a magnânima e soberana vontade de Deus responde com um lindo salmo de fé. Pedindo que Deus avivasse sua obra na terra. Habacuque saiu da dúvida para a fé, conclui que, Deus é a sua força, fonte de alegria. Deus faria os seus pés como os das corças, capazes de andar nos lugares mais altos.

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas”.

Seu coração está dominado por dúvidas? Muitos questionamentos? Coloque-se na posição de oração e Deus te responderá. Receba a resposta e responda abraçando a fé. Louve a Deus. Seus pés serão semelhantes aos das corças. Você será capaz de andar em terrenos acidentados e chegará a lugares altos. Glórias a Deus!

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

VERDADEIRA ADORAÇÃO

adoração João 4:20-24

20 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.

21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.

22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.

23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

Numa conversa com uma mulher samaritana de comportamento duvidoso, Jesus ensina sobre a adoração. Certamente, se Jesus fosse igual a nós, não escolheria esta mulher para dar tal lição. Havia uma tensão estabelecida entre judeus e samaritanos, e a mulher era samaritana, mas Jesus vence o preconceito racial, social e conversa com essa mulher.

Havia um conflito teológico entre os judeus e samaritanos, para os samaritanos o local da adoração era o monte Gerizim, para os judeus era em Jerusalém. Jesus ensina que a adoração não deve está circunscrita e limitada a certos lugares. Em todos os lugares podemos adorar a Deus.

“(…) Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai”

Outra coisa que se depreende é que a adoração deve ser fruto de um conhecimento pessoal. Jesus falou: Vós adorais o que não sabeis (…). Quantos não adoram a Deus sem conhecê-lo? Quantos não praticam um ritual litúrgico sem saber a quem estão adorando?

O tempo de adoração é hoje. São todos os dias. Jesus disse que “a hora vem, e agora é”. O “agora é” indica que hoje “agora é” e que amanhã será também “agora é”, como daqui há um mês etc. A adoração deve ser permanente e perseverante.

A adoração deve ser verdadeira, legítima. Não deve ser para “inglês vêr”, mas autêntica. A falsidade é reprovada pelo Senhor. Ele não olha a aparência, mas o coração.

A adoração é pela fé. Só pela fé adoraremos a Deus em Espírito. Muitos canalizam sua fé em objetos e pessoas. Entretanto, a verdadeira adoração é em Espírito. Tal oração é desejada pelo Pai que busca verdadeiros adoradores. Devemos ganhar vidas para o Senhor, pois assim se tornarão adoradores agradando o coração do Pai celestial.

(O autor do artigo é o Pr Eber Jamil, dono do blog).

A SALVAÇÃO É PELA GRAÇA.

Uma das maiores verdades da Palavra de Deus é que a salvação é pela Graça, ou seja, não é conquistada pelos méritos, mas sim adquirida através do Dom gratuito de Deus, o sacrifício de Jesus. O sacrifício de Jesus foi substitutivo, vicário. Ele morreu a nossa morte para que tivéssemos a sua vida (Eterna). Nada que o homem faça para compensar seus erros pode redimir a sua culpa. Só o sangue do Cordeiro de Deus, que é Jesus. Citarei o texto clássico de Efésios, o qual mostra que a fé é o meio de recebermos o dom gratuito de Deus através de Jesus, o Filho de Deus. Tendo fé, a pessoa se arrependerá de seu pecados e receberá a salvação divina. Depois do texto postei um vídeo que mostra esta verdade.

Efésios 2 :

1 E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,

2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.

3 Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.

4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,

5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo ( pela graça sois salvos ),

6 E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;

7 Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.

8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.

9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie;

10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.

FUNDAMENTOS DA NOSSA ESPERANÇA.

ceu A fé que Paulo propaga está fundamentada na esperança da vida eterna (Tt 1:2), e esta esperança estava fundamentada no fato que Deus não podia mentir, ou seja, a esperança dele estava fundamentada no caráter de Deus. Nós que servimos a Cristo falamos da certeza do céu, da vida eterna, de que todas as coisas cooperam para o nosso bem. Será que sabemos o alicerce da nossa esperança? Qual é o alicerce desta esperança? Num mundo materialista, secularizado como o nosso, será que a nossa esperança não é louca ou vã? Citarei alguns textos bíblicos que mostram os verdadeiros alicerces de nossa esperança. Não somos loucos, alienados quando falamos da vida eterna, pois a nossa esperança está bem fundamentada.

1) A nossa esperança está fundamentada na santidade de Deus, afinal Ele não pode mentir.

Tito 1:2 – Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos.

2) A nossa esperança está fundamentada no amor de Deus.

Romanos 8:31 e 32 - Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?

3) A nossa esperança está fundamentada na bondade de Deus.

Salmos 136:23 – Que se lembrou da nossa baixeza; porque a sua benignidade dura para sempre. (Deus não se esquece de suas promessas).

4) A nossa esperança está fundamentada no poder de Deus.

Romanos 4:21 – E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer.

II Timóteo 1:12 – Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia.

5) A nossa esperança está fundamentada na imutabilidade de Deus.

Tiago 1:17 – Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.

6) A nossa esperança está fundamentada na fidelidade de Deus.

Salmos 36:5- A tua misericórdia, SENHOR, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens.

7) A nossa esperança está fundamentada no fato de Deus ser Deus.

Números 23:19 – Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?

Temos muitos motivos para andar com a cabeça erguida. Crendo Naquele que vive, que ressurreto está. A esperança que temos não é a que simplesmente esperamos para o futuro, mas deve ser vivenciada no aqui e agora. No nosso presente a esperança deve estar presente fazendo com que lutemos hoje com a certeza de que o amanhã acontecerá plenamente em nossas vidas. “Porque Ele vive posso crer no amanhã”.

(O artigo é do Pr Eber Jamil, dono do blog).