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O MILAGRE DO CHORO.

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Ponderei sobre o choro e cheguei à conclusão que o choro, em algumas ocasiões, é um milagre. A Bíblia fala de uma tristeza segundo Deus, que á tristeza do arrependimento e muitos não o tem sentido. Falamos de alegrias mais alegrias como só houvesse isto na nossa vida cristã na Terra. Entretanto, o choro faz parte também.

O choro pelos próprios pecados é um milagre. É o resultado da obra do Espírito. Não me refiro ao remorso, mas ao choro do arrependimento. Davi chorou, Pedro chorou e muitos outros, encontrando lugar de arrependimento. Judas se desesperou e Esaú, até chorou, mas não por causa de arrependimento, choraram de remorso e não acharam perdão. Não estou dizendo que é através do choro que se alcança ao arrependimento, mas afirmo que muitas vezes a pessoa arrependida e crente em Jesus derrama lágrimas por causa do seu arrependimento e fé.

Jesus também chorou, não pelos seus próprios pecados, mas chorou. Chorou quando viu as irmãs de Lázaro sofrerem pela morte do irmão. Tal choro foi o choro da solidariedade, da empatia. Chorou também diante de Jerusalém que estava cega para a visitação do Messias. Ali Jesus chorou por causa do pecado alheio e da obstinação dos cidadãos de Jerusalém. Observa-se com isto que há espaço para o choro na vida cristã, pois o próprio Cristo chorou.

Jesus em uma das suas bem-aventuranças incluiu o choro, dizendo que são felizes os que choram porque serão consolados. Felizes são os que choram pelos seus pecados aos pés de Cristo. Ditoso choro, miraculoso é, pois só chora pelos próprios pecados quem foi convencido pelo Espírito.

Quando choramos pelos nossos próprios pecados podemos encontrar a consolação em Jesus porque nele há perdão. Triste é a situação do endurecido, petrificado, que não consegue chorar mais. Quero este milagre na minha vida sempre que precisar. O milagre de chorar e encontrar consolo aos pés de Cristo. Há tempo de se alegrar. Há tempo de chorar. Há tempo de ser consolado. Obrigado Deus por ter enviado Jesus. Obrigado Jesus por ter morrido em meu lugar. Obrigado Espírito porque tu me convences dos meus pecados e me faz chorar.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

TENDO OLHOS, NÃO VEDES?

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Leia Mc 8.10-26

Neste texto bíblico, objeto de nossa meditação, os verbos olhar e ver são empregados várias vezes; não só em conexão com a cura do cego de Betsaida, mas desde o pedido dos fariseus a Jesus: um sinal do céu. Na verdade, a cura do cego é o ponto culminante deste assunto.

O fato de Jesus curar esse cego em duas etapas tinha o propósito de mostrar aos díscipulos que eles ainda enxergavam as coisas espirituais de forma turbada. Já enxergavam espiritualmente, porém, não enxergavam de forma nítida como o cego de Betsaida, antes do segundo toque. Veja as perguntas que Jesus fez aos díscipulos: “Tendo olhos, não vedes? E tendo ouvidos, não ouvis?”

I – A cegueira dos fariseus:

Logo depois da multiplicação dos pães pela segunda vez, os fariseus incrédulos se aproximam de Jesus para o “tentar”, pedindo um sinal do céu. Eles não desejavam crer, mas sim “provar” a Cristo. Jesus havia acabado de multiplicar os pães pela segunda vez (Mc 8.1-10); mesmo assim os fariseus pediam outro sinal. Segundo a narrativa de Marcos, Jesus respondeu que não daria nenhum sinal àquela geração. Segundo a narrativa de Mateus (16.1-4), o único sinal dado seria o do profeta Jonas, o qual se refere ao fato de Jonas ter ficado três dias e três noites no ventre do peixe, assim como Jesus ficaria no coração da terra três dias e três noites e depois ressuscitaria, como de fato aconteceu (Mt 12.38-41). Jesus, ao se referi aos fariseus, chamou-os de guias cegos (Mt 23.16, 17, 19, 23, 24 e 26). Os fariseus eram cegos por sua incredulidade, jactância e justiça própria. Jesus não cede à provocação dos fariseus, pois ele não veio para aqueles que se acham sãos, mas para aqueles que reconhecem as suas enfermidades (Lc 5.31 e 32).

II – A visão turbada dos discípulos

Por sua vez, os discípulos que já enxergavam espiritualmente falando, mostram ter ainda uma visão turbada das coisas espirituais. Durante a travessia no barco Jesus faz uma advertência para que eles se guardassem do fermento dos fariseus e de Herodes. “Os judeus, seguindo o mandamento de Deus (Ex 13.7), evitam o uso de toda levedura na semana imediatamente após a Páscoa. Na época de Cristo, a levedura simbolizava a má inclinação do homem. Jesus aplica o símbolo da levedura à corrupção espiritual daqueles que procuram derrotar seu Messias” (in: Bíblia Vida Nova). “O fermento dos fariseus era a hipocrisia (Lc 12.1), e o fermento de Herodes era o secularismo e o mundanismo”. (in: Bíblia Anotada Expandida).

Jesus trata com seus discípulos de algo espiritual, porém eles têm uma compreensão materialista da advertência, e começaram a discutir entre si, dizendo que Jesus tinha falado isto, porque eles não tinham trazido pão (Mc 8.16). Tal compreensão materialista de algo espiritual é um dos aspectos da visão espiritual turbada dos discípulos. Um segundo aspecto é a incredulidade deles. Eles discutiram entre si, porque não tinham trazido pão, só que o texto informa que eles tinham um pão (v.14) o qual consideraram como um nada. Jesus faz uma série de advertências a eles:

Para que arrazoais que não tendes pão? Não considerastes nem compreendeis ainda? Tendes ainda o vosso coração endurecido? Tendo olhos, não vedes?

Eles estavam discutido entre si, porque só tinham um pão, e ainda consideravam esse único pão um nada, depois de Cristo ter realizado as duas multiplicações de pães e peixes (Mc 8.19 e 20). E aí está o terceiro aspecto da visão turbada dos discípulos: a memória curta. Quando digo: memória curta, não estou dizendo que eles tinham esquecido da primeira e da segunda multiplicação dos pães; porém, refiro-me ao fato de que eles não aplicavam as experiências anteriores ao presente da vida deles. Os discípulos discutiram, porque tinham um só pão, quando Jesus já havia alimentado, com poucos pães, cinco mil pessoas, na primeira multiplicação, e quatro mil, na segunda multiplicação.

III – A cura do cego de Betsaida

Depois do pedido dos fariseus, e depois do diálogo, acontece a cura gradual desse cego de Betsaida; tal fato é o ápice da narrativa. Este milagre é narrado por Marcos somente. Percebemos que os fatos estão interligados: os fariseus queriam ver, porém eram cegos espirituais. Os discípulos viam espiritualmente, porém de forma turbada. Agora Jesus encontra com um cego, no sentido físico, que passa por um processo para ter uma visão completa.

Jesus tomou o cego pelas mãos para levá-lo para fora da aldeia. Cuspiu em seus olhos e perguntou-lhe se via alguma coisa. O cego respondeu:

Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam.

Jesus dá um segundo toque. Observemos que Jesus não desejava que o homem apenas enxergasse, mas que enxergasse bem. Era o mesmo desejo que ele tinha em relação aos discípulos que enxergassem as coisas espiritualmente falando de forma clara.

Temos nessa cura gradual do cego uma ilustração vívida do modo pelo qual o Espírito Santo continua a operar na transformação das almas, através da santificação. Aquele que foi salvo por Jesus passa a enxergar cada vez mais pelo processo da santificação. Não basta a recuperação parcial da vista. Na santificação o crente não pode ficar no meio do caminho. “A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4.18). Nós que fomos guindados para o reino da Luz do Senhor, precisamos enxergar, de forma clara, questões como sexualidade, dinheiro, vida familiar, o próximo e outras.

Conclusão

Neste milagre fica patente que, quando Jesus realizava um milagre, muitas vezes, ele não apenas objetivava a cura e salvação do indivíduo, mas também o crescimento espiritual dos seus discípulos e das multidões que o cercavam. Os milagres de Cristo são pedagógicos, cheios de lições preciosas que devem ser guardadas em nosso coração.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

COMO CHEGAMOS PERTO DE DEUS ?

 

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Ef 2:13 – Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto.

O trecho bíblico de Efésios 2:11-22 trata da inclusão dos gentios no plano redentor de Deus. Àqueles que eram estrangeiros, tornaram-se um só corpo, um só edifício, concidadãos dos céus e família de Deus em Cristo Jesus. Como está aproximação aconteceu? Como chegamos perto de Deus? É o que vou responder.

Não chegamos perto de Deus por causa da nossa bondade. A Bíblia diz que Deus nos amou quando ainda éramos pecadores (Rm 5:8). Portanto não foi a nossa bondade que conquistou a aproximação a Deus. Somos muitas vezes ambíguos. Fazemos atos bondosos com as motivações erradas. Não podemos ser chamados realmente de bons por causa da natureza caída e pecaminosa. Balançamos sempre entre o ser bonzinho ou ser demasiadamente justo. A nossa bondade não é capaz de atingir o padrão de Deus.

Não chegamos perto de Deus por causa da nossa sinceridade. O fato de alguém ser sincero não o faz meritório diante de Deus. Muitos são sinceros e estão em caminhos errados. A sinceridade não redime. Deus deseja a verdade e sinceridade, mas não pensemos que isto é mérito diante de Deus, pois a nossa justiça é trapo de imundícia.

Não chegamos perto de Deus por causa das nossas obras. Nada que façamos a outra pessoa pode comprar um lugar perto de Deus. A salvação não vem de nós, isto é dom de Deus (Ef 2:8).

Não chegamos perto de Deus porque somos religiosos. Não existe prática religiosa, ritual, que nos credencie ao céu. Os sacramentos não conferem graça ou mérito diante de Deus. Freqüências ao culto e nas orações não fabricam o novo nascimento. É preciso arrependimento dos pecados e nascer do Espírito. Uma doutrina muito esquecida no nosso meio é a doutrina da depravação. O homem tem um abismo intransponível para chegar a Deus só Jesus é a ponte.

Chegamos perto de Deus porque Deus tomou a iniciativa de nos aproximar dEle. Só amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro. A iniciativa é Deus, e o aceitar ou não é do homem. 2 Co 5:19 – (…) Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

Chegamos perto de Deus por causa da mediação de Jesus e seu sacrifício. O versículo escolhido como base neste pequeno estudo mostra que foi pelo sangue de Jesus, pois Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1:29). É pelo sangue de Jesus que temos acesso a Deus. 1 Tm 2:5 – Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.

E finalmente, chegamos perto de Deus por recebermos a salvação pela fé. A fé são as mãos com que recebemos a dádiva divina da Salvação.

Hb 11:6 – Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.

Só se aproxima de Deus aquele que crê na obra redentora de Cristo.

O conhecimento de que não nos chegamos a Deus pelos nossos próprios méritos deve nos fazer ser humildes e agradecidos, nunca presunçosos. Louvemos ao Senhor porque Deus nos aproximou dEle pelo sacrifício vicário de Cristo! Aleluia!

(O artigo é do Pr. Eber Jamil, dono do blog).

NÃO TE ESTRIBES NO PRÓPRIO ENTENDIMENTO.

O Estribo Pampa

Leia: Provérbios 3:5 b.

O estribo é a peça pendente na sela do cavalo em que o cavaleiro firma o pé para montá-lo. O sábio afirma que não podemos alicerçar a nossa vida em nosso entendimento. Ele não é contra a autoconfiança, a sabedoria, o juízo de valor que fazemos das demandas da existência. Entretanto, o sábio é contrário a soberba, contra a autoconfiança demasiada,  contra a presunção, contra a fundamentação da existência em si mesmo. Tal atitude não é sábia.

A Bíblia é cheia de exemplo de pessoas e nações que confiaram em si e terminaram em frustração ou até em destruição.

Pv 28: 26 – O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria, será salvo.

Veja a autoconfiança exagerada de Pedro:

Lc 22: 33 e 34 – E ele (Pedro) lhe disse: Senhor, estou pronto a ir contigo até à prisão e à morte. Mas ele (Jesus) disse: Digo-te, Pedro, que não cantará hoje o galo antes que três vezes negues que me conheces.

Veja a soberba de Nabucodonozor:

Dn 4: 29, 30 e 33 – Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de Babilônia, Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? (…) Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pêlo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves.

A arrogância pode se manifestar de muitas formas.

Quando alguém se aproxima das Escrituras confiado na sua capacidade de interpretar, na sua sabedoria para entender, pouco aproveitará da Bíblia. A Bíblia afirma que o homem natural não compreende as coisas de Deus. Só o espiritual compreende os desígnios de Deus expostos nas Escrituras. Portanto, temos que nos aproximar da Bíblia em espírito de oração e de dependência do Espírito para compreendê-la. Veja 1 Co 2:14-16.

Aquele que acha que a salvação é alcançada pelas obras, pelo seu próprio mérito, estriba-se no seu próprio entendimento. Tal pessoa não alcançará a salvação se não se arrepender e crer que a salvação é pela graça pela mediação de Cristo, portanto o mérito é de Jesus. Veja Ef 2:8 e 9.

Aquele que planeja confiado somente na sua própria força tem uma arrogância maligna, segundo Tiago. Devemos planejar, mas sabendo que se Deus quiser alcançaremos a execução do projeto. Veja Tg 4:13-16 e Pv 14:12.

A busca pela santificação não pode estar baseada no poder da carne. Porque “os que estão na carne, não podem agradar a Deus “ (Rm 8:8). Muitos se utilizam do poder do legalismo para promover a santificação. Entretanto, um dia a corda se estica tanto que arrebenta. Não se pode promover a santificação no poder da carne. É com temor a Deus e dependência do Espírito que alcançaremos a santificação (Pv 14:16).

Percebemos assim que a humildade é uma virtude cristã e uma atitude de sabedoria. A presunção, arrogância e a soberba como alicerce provocará a fragilidade do indivíduo que um dia não resistirá e cairá. Entretanto, a confiança total em Deus e a dependência dEle será um alicerce poderoso para resistir as intempéries da existência.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

AS BODAS DO FILHO.

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Leia Mateus 22:1-14.

A festa de Bodas registrada por Mateus era dada por um rei para celebrar o casamento do filho. O pai apresentado como “um rei” é Deus Pai.

A festa é relevante porque o principal propósito de Cristo era ilustrar os benefícios plenos do seu evangelho por meio da semelhança com um banquete. Pois, o banquete traz a idéia de comunhão entre os convidados e o Rei, que no caso é Deus, o Criador. Portanto, o convite para participar das Bodas é um convite para adentrar no Reino de Deus e ter comunhão com Ele. Lembra muito o convite de Cristo a Igreja de Laodicéia:

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo (Ap 3:20).

Observamos que o Rei (Deus) comissiona servos (profetas) para fazer os convites.

No primeiro convite (Mt 22:1-3) os convidados simplesmente “não quiseram vir”. O segundo convite foi mais explícito e urgente (Mt 22:4-7). O jantar estava preparado e tudo estava pronto para a celebração do casamento. E dessa vez a insistente bondade do Rei foi recebida com a atitude de desdém. “Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio”. Os seus interesses comerciais significam mais para eles do que qualquer dever de estarem presentes a uma festa de casamento, como convidados do rei. Outros foram muito além do desdém, partiram para violência ferindo e matando os servos que tipificam os profetas. Como está no texto: “o restante, apoderando-se dos servos, os maltrataram e mataram”.

O rei ficou indignado. Enviou o seu exército e destruiu aqueles homicidas e incendiou a sua cidade. O aspecto profético dessa parábola foi cumprido na destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., quando os exércitos de Tito pilharam e queimaram a cidade (Mt 23:34; Lc 21:20-24).

Estes dois convites tipificam a tentativa do Senhor de atrair a Israel para as Bodas do Filho.

O terceiro convite foi aberto a todos: “bons ou maus”. Em cada camada da sociedade encontram-se duas classes de pessoas que podem ser distinguidas pelo seu caráter moral, o que vale dizer, em linguagem comum, os bons e os maus. No caso os servos não deviam fazer nenhum tipo de pré-seleção, deveriam convidar a todos, quer fossem bons os maus. Tal convite mostra que Deus deseja que todos se salvem, todos tenham comunhão com Ele. Deus não faz acepção de pessoas.

A festa nupcial foi cheia de convidados. E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste de núpcias. O homem sem a veste nupcial parece dizer: “Abrirei o meu próprio caminho para o céu”. Vir à festa sem as vestes era uma marca definitiva de deslealdade. Apesar de ter aparentemente ter aceitado o convite, o convidado sem as vestes de núpcias, frontalmente rejeitou o convite com sua atitude. Desejou participar da festa à sua maneira. Só há um caminho para o Céu, para o reino de Deus – Jesus, e não adianta inventar outro.

As vestes de núpcias representam a justiça de Deus, a justificação que Deus outorga aqueles que crêem em Jesus. O convidado vestido adequadamente como que dizia: “Eu não pertenço a mim mesmo, fui comprado por preço; minha justiça própria é como trapo de imundícia, mas o Senhor é a minha justiça”. Vestir as vestes de núpcias implicava em deixar de lado a vestimenta do pecado e da justiça própria e vestir-se de coração arrependido e da justiça divina.

Os homens que morrerem sem essas vestes jamais poderão participar das “bodas do Cordeiro”, preparada somente para os santos, os pecadores remidos. Para todos que morrem sem Cristo há a condenação para o lugar onde há pranto e ranger de dentes.

Ao concluir a sua parábola, Jesus disse: “Pois muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mt 20:16;22:14). Os que são chamados e recebem a Jesus tornam-se a sua escolha e fazem parte dos convidados. Os escolhidos de Deus são aqueles que receberam o seu Filho como Salvador e foram justificados por ele.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

TUDO BEM ?

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- Tudo bem?

- Não, nada bem!

- Por que?

- Porque ninguém me quer bem!

- Quem te disse?

- A vida.

- Mas não há saída?

- Para mim não.

- Tenho algo a te dizer.

- Diga!

- Jesus é a Avenida!

- Avenida?

- Sim. Jesus é a Avenida para quem está num beco sem saída!

- Deus? Ele se esqueceu de mim!

- De forma nenhuma!

- Você está gravado nas mãos dEle!

- Sério?

- Sincero!

- O que faço?

- Crê no Senhor Jesus e serás salvo!

- Creio de todo o coração!

- Pois bem, descanse nas mãos de Deus!

O jovem que esteve atribulado cochilou na poltrona do avião.

O ancião olhando pela janela , sorriu.

E um pensamento o lampejou: Tudo bem?

E ele respondeu: Sim Jesus, tudo bem!

(O autor é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

O VERDADEIRO NATAL.

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Lucas capítulo 2 versículos 8 a 14 registra a anunciação do anjo do Senhor aos pastores sobre o nascimento de Jesus. Os pastores eram considerados simples e rudimentares pela sociedade daquela época, entretanto Deus escolheu as coisas fracas e loucas para confundir os “grandes” desse mundo. Na mensagem do anjo encontramos características do verdadeiro natal. Vejamos, quais são:

Primeira, no verdadeiro natal não há medo. “ Não temais…”

A mensagem do natal expulsa a imperfeição do medo. Deus mostra o que é o verdadeiro amor, e o verdadeiro amor suplanta o medo. Quem tem medo não ama. A relação com Deus não é agora baseada no receio do castigo divino, mas sim na convicção de que a justiça divina foi satisfeita com o advento e sacrifício de Jesus.

Segunda, no verdadeiro natal há boas novas. “ porque eis aqui vos trago novas …”.

No Natal há a proclamação da boa notícia divina aos homens. A boa notícia da nova aliança. Deus ofereceu aos homens a possibilidade de se viver uma nova vida, cheia de esperança, fé e amor. A vida baseada em ritos e normas não satisfaz, e é insuficiente para alcançar a Deus. Só crendo nas boas novas de salvação é que alcançaremos o céu.

Terceira, no verdadeiro natal há grande alegria. “novas de grande alegria…”.

A chegada do Salvador, do Messias prometido, traz grande contentamento. A esperança alcançada, a promessa cumprida, traz a alegria de Deus que é duradoura. A alegria da salvação é perene e resiste a períodos adversos.

Quarta, no verdadeiro natal há salvação. “ Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador…”.

A salvação é a marca do natal. Anunciamos o Salvador. Aquele menino era Deus encarnado identificando-se com o homem para ser o sacrifício vicário. Só desfruta o verdadeiro natal aquele que conhece Jesus como seu salvador pessoal. Jesus é o Salvador da humanidade.

Quinta, no verdadeiro natal, Jesus é o Senhor. “ … que é Cristo, o Senhor…”.

No verdadeiro natal não é o papai Noel que é o senhor da festa. Não é o comércio o principal motivo. No verdadeiro natal a majestade e o senhorio de Cristo devem ser reafirmados. Jesus é o Senhor. Será que na sua ceia de natal o Senhorio de Jesus é manifesto?

Sexta, no verdadeiro natal o louvor e a glória pertencem a Deus. “E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas… ”.

Sem dúvida que no verdadeiro natal ocorrerá a glorificação de Deus e não dos homens. As luzes opacas das árvores de natal não se podem comparar com a glória que irradia de Jesus. Os símbolos e mitos não são comparáveis com a glória do Rei dos Reis. Como diz o cântico: “O Rei dos reis nasceu hoje é natal…”.

Sétima, no verdadeiro natal há paz na terra entre os homens. “…Paz na terra, boa vontade para com os homens”.

A contenda, a guerra e o ódio devem desaparecer diante do espírito natalino. O natal proclama a reconciliação de Deus com os homens, e a reconciliação de homens com homens. Este é o natal!

Observe na anunciação do anjo aos pastores os elementos e características do verdadeiro natal. Você quer conhecer o verdadeiro natal? Conheça a Jesus! Quer celebrar o verdadeiro natal? Jesus seja o Senhor da sua vida.

(O artigo escrito é do Pr. Eber Jamil, dono do blog).

A SALVAÇÃO É PELA GRAÇA.

Uma das maiores verdades da Palavra de Deus é que a salvação é pela Graça, ou seja, não é conquistada pelos méritos, mas sim adquirida através do Dom gratuito de Deus, o sacrifício de Jesus. O sacrifício de Jesus foi substitutivo, vicário. Ele morreu a nossa morte para que tivéssemos a sua vida (Eterna). Nada que o homem faça para compensar seus erros pode redimir a sua culpa. Só o sangue do Cordeiro de Deus, que é Jesus. Citarei o texto clássico de Efésios, o qual mostra que a fé é o meio de recebermos o dom gratuito de Deus através de Jesus, o Filho de Deus. Tendo fé, a pessoa se arrependerá de seu pecados e receberá a salvação divina. Depois do texto postei um vídeo que mostra esta verdade.

Efésios 2 :

1 E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,

2 Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.

3 Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.

4 Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,

5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo ( pela graça sois salvos ),

6 E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;

7 Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.

8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.

9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie;

10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.

A PRÁTICA DE DISTRIBUIR FOLHETOS.

 

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Sete rápidas sugestões para quem distribui folhetos evangelísticos.

1α – Ande sempre com folhetos – Você deve criar o hábito de ter folhetos sempre consigo. Desta forma aproveitará com mais eficiência as oportunidades.

2α – Ore antes, durante e depois da distribuição – Lembre-se que neste momento ocorre uma batalha espiritual que sempre será vencida em nome de Jesus.

3α – Olhe nos olhos – Evite ficar de cabeça baixa porque a mensagem da qual você é portador tem poder. O olhar firme, cheio de paz, fala muito.

4α – Demonstre interesse real pelas pessoas – “Uma alma vale mais do que o mundo inteiro”. Se não houver entusiasmo, interesse, a pessoa evangelizada percebe e se desinteressa.

5α – Tenha expectativa – Sempre devemos esperar grandes coisas de Deus. Durante a distribuição temos o Espírito santo, ao nosso lado, convencendo as pessoas do pecado, da justiça e do juízo. Será que podemos dizer que conhecemos o caminho que um folheto evangelístico irá fazer? É evidente que não podemos! Um folheto pode percorrer caminhos desconhecidos de cada um de nós. Já soube de pessoas que pegaram um folheto amassado no chão e converteram-se ao Senhor. De pessoas que, ao chegarem em casa, colocaram um folheto dentro de um livro e anos depois o acharam e converteram-se. Portanto, tenha expecatativa!

6α – Semeie abundantemente – Quantos mais folhetos distribuirmos mais resultados terá. “O que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará”.

7α – Evite discussões – Sempre encontramos pessoas que gostam de polemizar e discutir. Não devemos permitir que a conversa evangelística termine em discussão. Não é pela força dos nossos argumentos que convenceremos ninguém. “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.”

(O autor do artigo é o Pr Eber Jamil, dono do blog).

O HOMEM NO BURACO: QUAL É O CAMINHO?

 

Há muitos caminhos que prometem a salvação, mas só um que efetivamente salva. Aquele que salva é que se fez o próprio caminho. Foi aquele que ao invés de apontar um caminho tornou-se o próprio caminho. Foi aquele que encarnou, viveu entre nós, morreu e ressuscitou. Jesus disse: Eu sou o caminho. Se você está no buraco, no abismo, deixe-se ser resgatado por Ele. Aceite Jesus como seu único caminho até Deus.