MAIS PERTO DE JESUS (PARTE 3).

 e)              Ensinava com autoridade:

 O Senhor Jesus estava ensinando quando viu a mulher encurvada. E chamou-a lá dos fundos da sinagoga para curá-la. O evangelho de Cristo não é blablablá. O evangelho de Cristo é para ser vivenciado na prática. Tanto que Jesus nos ensinou que não devemos ser apenas ouvintes da Palavra, mas ouvintes e praticantes. Depois do seu mais belo sermão é assim que ele concluiu (Mt 7.21-27). Portanto havia autoridade do alto em tudo que Cristo fazia.

 f)                 Ensinava com misericórdia:

 O príncipe da sinagoga ficou indignado com Jesus porque curara no sábado. Para ele sábado não era dia de curar ninguém. Mas Jesus respondeu que se podia dar de beber aos animais no sábado e para isto era necessário desprendê-los, quanto mais se podia libertar uma vida aprisionada por um espírito de enfermidade.

 III – Ela glorificou a Deus:

 Assim que ela foi liberta, glorificou a Deus. O louvor do Senhor deve estar nos nossos lábios, pois “o cativeiro acabou”. O primeiro cântico da Bíblia está em Êxodo 15 e acontece depois da travessia do mar Vermelho, quando a libertação total da escravidão egípcia acontece. Temos muito que louvar a Deus, pois já passamos da morte para a vida (I Jo 3.14).

 IV – Uma pitada apologética:

 Antes de concluir, quero trazer uma pitadinha apologética para este estudo. Pois eu já ouvi pessoas usarem esta passagem para afirmar que crente fica endemoninhado. Porque Jesus disse que ela era filha de Abraão e por isto deveria ser liberta. Mas o que Jesus quis dizer com filha de Abraão? Filha na fé? Não. Mas sim, uma descendente nacional de Abraão. Sabemos que aqueles que crêem em Jesus são filhos de Abraão (Gl 3.7). Mas Jesus deu esta resposta ao príncipe da sinagoga que se considerava filho de Abraão, ou seja, um descendente de Abraão. Não foi no sentido da fé que Cristo se referiu a essa mulher. Essa mulher em nenhum momento pediu a cura. A iniciativa foi de Jesus. Certamente, depois da cura, ela também se tornou uma filha da fé, portanto agora descendente de Abraão pela fé. O verdadeiramente nascido de novo não pode ficar endemoninhado, pois é templo do Espírito Santo comprado por um bom preço e o Maligno não o toca.

 Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. (I Co 6.19 e 20).

 Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não o toca. (1 Jo 5.18)

 O crente pode sofrer ataques malignos, até mesmo ficar oprimido, mas nunca endemoninhado ou possesso.

Conclusão:

 Aprendemos com esse milagre que uma vida religiosa não é suficiente. Não basta “estar” na igreja. É necessário atender o convite de Cristo, e receber o seu poder regenerador que desentorta os nossos caminhos, e nos livra dos encurvamentos. Agora não estaremos mais encurvados, mas prostrados aos pés do Mestre Jesus.

(O texto termina aqui. O autor é o Pr Eber Jamil).

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