JUSTIFICAÇÃO.

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A justificação é um ato declarativo de Deus sobre o homem que é alvo de Sua Graça, que foi comprado pelo sangue do seu Filho Jesus, e que a recebe por meio da fé em Jesus.

A justificação não é uma obra meritória do homem, mas é algo que o homem recebe pela fé. Creia em Jesus e no seu sacrifício, e serás justificado diante de Deus e estarás perdoado.

A doutrina da justificação foi redescoberta na Reforma Protestante através da instrumentalidade de Martinho Lutero. Era uma época obscura onde se vendia documentos chamados de indulgências que garantiam o perdão dos pecados. Perdão que podia se comprar com dinheiro.

Jesus contou uma parábola de um fariseu e um publicano que foram orar. O Único que foi justificado foi o publicano porque nele se mostrou o verdadeiro arrependimento e a fé no Deus que perdoa pecados. Diferentemente do fariseu, que confiava em si mesmo, na força da sua religiosidade e da sua conduta exterior. Quem foi justificado foi o publicano porque não confiou nos seus méritos e apelou pela misericórdia divina. O religioso arrogante não obteve resposta a sua oração.

Até hoje o espírito arrogante humano tem rondado o meio da fé cristã. Muitos barganham com Deus confiados nos seus sacrifícios pessoais esquecendo-se que o sacrifício que nos fez aceitáveis a Deus foi o de Jesus. Tal arrogância é maligna. Luciferiana. Pois é uma forma do homem se colocar no lugar de Deus e tentar fazer Deus seu servo.

A reprovação diante de Deus é o resultado dessa arrogância. Não se alcança a salvação e o indivíduo se auto engana achando que alcançou a salvação desta forma. Porém, Deus o rejeita. Viver desta forma é sempre andar no sentido oposto de Deus e a favor do espírito desse mundo, que basicamente crê que a justificação e as bênçãos de Deus são alcançadas pelo mérito humano.

Como escreveu o profeta Isaías a justiça do homem é como trapo da imundícia, que era uma espécie de absorvente feminino, considerado cerimonialmente imundo. A mulher no seu período menstrual era proibida ter contato sexual com seu marido. A justiça humana comparada com a Justiça de Deus sempre será deficiente. Não alcançado por ação humana a justificação diante de Deus, a não ser pela fé no sacrifício de Jesus, Justiça Nossa. Jesus contou a parábola de uma viúva persistente que apelou a um juiz iníquo e que acabou atendendo a viúva. Se o juiz iníquo atendeu, o Juiz Perfeito que é Deus, que agiu, age e agirá sempre com a perfeita justiça que lhe é peculiar.

Deus é Perfeitamente Justo, que deu nada menos, o próprio Filho, para se fazer justiça aos que creem nEle. Justificando cabalmente pessoas que por sua conduta nunca seriam justificadas. Mostrando assim O seu caráter amoroso e justo, sendo plenamente harmonioso em Deus esses dois atributos.

A conclusão paulina desta verdade foi que agora não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus, pois já fomos justificados. Glórias a Deus! Arreda-te acusador! Culpa não venha querer me dominar, pois o sangue de Jesus me perdoou e me purificou de toda injustiça.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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