MORDOMIA DO PENSAMENTO.

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Pensamos e falamos mais sobre o mau exemplo do que o bom exemplo. Quando pensamos em Ananias, pensamos no Ananias do capítulo 5 de Atos, que mentiu ao Espírito Santo e foi punido por isto. Porém, há o Ananias do capítulo 9, que orou por Paulo, obedecendo a Deus, assim que ele se converteu. Era um homem disponível, que conhecia a voz de Deus. Na vida vamos nos deparar com bons ou maus exemplos. Devemos imitar os bons. Devemos tê-los como boa referência. Usá-los como bons exemplos em nossas conversas. Fiquemos mais impressionados e marcados pelos bons do que pelos maus. “Notícia boa é notícia ruim”? Não deve ser assim. Falemos mais e ocupemos mais a nossa mente com os bons exemplos, dignos de serem tidos como referência.

Paulo alertou aos filipenses que devemos ocupar a nossa mente com bons e virtuosos pensamentos. É alguém que devemos fazer. É um exercício nosso. Somos sujeitos a termos pensamentos nocivos, mas não devemos cultivá-lo. Como exercitamos o físico devemos exercitar a nossa mente com os princípios da Palavra de Deus. Tal atitude coopera em muito para que a Paz de Deus guarde as nossas emoções e pensamentos. Se alguém dissesse para você tomar um copo de veneno diariamente, você tomaria? Quando cultivamos os maus pensamentos é como se fizéssemos isto. Há variadas formas de exposição dos pensamentos malignos que dominam esse mundo. Somos bombardeados todos os dias. Não somos receptáculos que aceitam tudo. Como escreveu Paulo: Examinai tudo e retende o que é bom. A nossa mente não é mais entenebrecida. Não vivemos mais nas trevas. Fomos libertos. Temos a mente de Cristo. Portanto, precisamos nos alimentar diariamente da Palavra de Deus e por ela analisar o que nos é dado para alimentar a nossa mente.

Se assim fizermos, um dos resultados será visto pelo nosso falar. As nossas palavras serão edificantes e construirão valores positivos na vida dos que te cercam. Como Jesus disse: a boca fala do que o coração está cheio. Podemos não chegar a perfeição no falar, mas progrediremos cada vez mais na edificação dos nossos ouvintes e ainda seremos beneficiados, pois comemos dos frutos dos nossos próprios lábios.

A questão do pensamento dita também e muito a qualidade da vida que vivemos. Conflitos, ambiguidades, autoimagem, resultam internamente ou não do tipo de pensamento que temos e cultivamos em nós. O que vem de fora como elogio, ou crítica, será filtrado pelo tipo de pensamento que temos. Tudo isto trará qualidade ou não para a nossa vida. Como está escrito na Bíblia aquilo que você imagina ser é o que você é. Pelo menos, é por isto que você se enxergará no mundo. Portanto, é necessária uma mente cheia da Palavra para que a nossa autoimagem esteja partindo de premissas verdadeira e não falsas sugestionadas por satanás.

O pensamento também resultará em ações. Algumas ações são repentinas, quando acontecem, muitas vezes são resultados das nossas emoções. Mas a maioria das atitudes são resultados de pensamentos cultivados que nutrimos a nossa alma. A batalha entre a carne e o espírito se dá na alma, portanto devemos cuidá-la, alimentando-a com coisas espirituais, para que suas respostas e atitudes sejam condizentes com a Palavra de Deus.

Quando pensamos na mente não podemos pensar de forma passiva. Quando Paulo escreveu: Nisso pensai, mostra que precisamos agir de forma ativa quanto a mordomia do pensamento. Ocupemos a nossa mente com coisas boas e espirituais e a nossa vida terá mais qualidade, mais frutificação no falar e no agir.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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