A GRANDE MARCA.

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A grande marca de que somos discípulos de Cristo é o amor: Como está escrito em João 13:35 – Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. Muitas igrejas possuem carteira de membro que identificam as pessoas que congregam na igreja, mas não necessariamente indica a autenticidade da conversão. A identificação de sermos genuínos é o amor.

Foi por um ato do Seu amor que Deus enviou Jesus para nos resgatar. Portanto, a nossa filiação por adoção da parte de Deus foi um ato de Graça e Amor. Se começamos por causa do amor, o mesmo tem que nortear nossos passos e caminhada. Ao ser perguntado sobre o grande mandamento, Jesus respondeu que o primeiro era amar a Deus sobre todas as coisas e o segundo semelhante ao primeiro é amar o próximo como a si mesmo. Em outro momento Jesus esclarece acerca do amor ao próximo dizendo que dava um novo mandamento que era o amar o próximo como Ele nos amou.

O amor é a virtude primária do fruto do Espírito Santo em nossas vidas. Todas as caraterísticas do fruto citadas em Gálatas são encontradas na descrição do amor em 1 coríntios 13. Paulo esclarece que o amor de Deus foi derramado em nossos corações quando O Espírito nos foi dado. Portanto, já temos em Cristo o amor, pois temos o fruto do Espírito, que para se sobressair precisa de amadurecimento espiritual. Ao caminharmos no Espírito o amor e as outras características do fruto serão vistas e praticadas em nossos relacionamentos. Jesus atraía as pessoas que eram marginalizadas e desconsideradas pela sociedade. Pessoas que viam na religião da época o peso do legalismo afluíam para Jesus, pois a sua compaixão era acolhedora e convenciam as pessoas dos pecados. Quanto a Igreja crescerá se vivenciar o amor de Jesus no seu dia-a-dia!

Paulo também descreve o amor como o vínculo da perfeição, ou seja, como a cola que une as outras virtudes cristãs na conduta do crente. Tanto que o amor é citado na Bíblia como a forma de se praticar a lei. Quando o pecado ocorre é porque houve uma atitude de desamor com Deus, com o próximo, e consigo mesmo. Sendo todo o pecado sempre um ato desamor para com Deus, pois todo o pecado é contra Deus em  primeiro lugar. Paulo aos colossenses falando sobre a nova vida que temos em Jesus fala sobre uma série de virtudes que recebemos de Cristo em nós e afirma que o amor é o vínculo, a cola que une todas estas virtudes em nós.

O cristão maduro é aquele que foi aperfeiçoado no amor e terá uma vida de prática coerente com a Palavra de Deus. Quem ama, obedece. Jesus ensinou isto claramente. Muitos substituem a prática pelo discurso. Outros substituem a prática pelo ritualismo. Quem ama não barganha, obedece. Seu relacionamento com Deus é prioritário e a Vontade de dEle é seu alimento. Paulo disse que não tinha a vida como preciosa o negócio dele era cumprir o ministério que recebeu do Senhor mostrando que o servo de Deus que ama anda no caminho oposto do egoísmo.

Jesus na cruz foi a maior demonstração de amor que houve. Durante a sua crucificação pediu o perdão dos seus algozes. Deu atenção e conforto ao ladrão que se arrependeu. Preocupou-se com o futuro de sua mãe providenciando para ela o acolhimento. Foi tentado na cruz a descer e se vingar daqueles que o crucificaram, mas o amor eram as cordas que o mantiverem ali não foram os pregos. Ele nos ama com amor eterno e com laços da bondade tem nos atraído. Vivamos com a marca distintiva do amor, que é a grande marca de quem é de Jesus.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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