QUANDO CRISTO É TUDO EM TODOS.

cristo é tudo

É quase cair no comum dizer para o cristão que Cristo deve ser o centro da sua vida. Dizer que Cristo deve ocupar o primeiro lugar. Mas, pensemos o que aconteceria com uma Igreja local se Cristo fosse tudo para todos? Se na maioria de  uma Igreja local  fosse Cristo tudo para todos?  Se o tesouro de todos fosse Cristo? Como é importante que Cristo seja O centro da Igreja local. Quantas igrejas não estão focadas na personalidade humana de seu líder? Na epístola de Paulo aos Colossenses capítulo 3 a partir do versículo 10 até o 17 descobrimos as características de uma Igreja local se Cristo fosse tudo.

  1. Viveríamos de forma abundante e renovadora a vida que Cristo nos deu. A vida seguiria de forma mais plena o propósito de Deus de fazer seus servos semelhantes a Cristo. A promessa na Palavra é que as coisas contribuíam para o bem daqueles que amam Deus e que o propósito seja cumprido cabalmente. As coisas da velha vida serão substituídas cada vez mais por novos valores e virtudes da nova vida em Cristo  Jesus se Ele for tudo em todos (v.10, 12)
  2. Não haveria segregação na Igreja porque todos estão focados e caminhando para o alvo que é Cristo. Não haveriam divisões por questões étnicas, culturais e sociais. Prevaleceria a nova vida que Deus outorgou a todos em Cristo Jesus. No corpo de Cristo não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro (povo fora da cultura greco-romana), cita (povo rude), servo ou livre, mas há a família de Deus.
  3. Novas qualidades ficariam em evidência (v.12). Qualidades que brotariam de dentro pela obra e união com Cristo que temos. Qualidades como a misericórdia, benignidade, humildade, mansidão e longanimidade permeariam os relacionamentos. O fato de sermos filhos de Deus e vivenciarmos as virtudes do Espírito se destacariam em nossas vidas.
  4. Suporte e perdão existiriam nos relacionamentos (v.13). As novas qualidades permeariam os relacionamentos que teriam a fraternidade necessária para a convivência entre os irmãos de fé. Apoio aos que precisam de ajuda. O perdão seria dado por consciência do perdão que recebeu de Deus. Uma nova oportunidade seria dada aos que se arrependessem. A questão é que não haveria perfeição na Igreja, mas a Graça de Deus que se manifestou para com eles se manifestaria também entre eles.
  5. O amor seria o princípio norteador das virtudes (v.14). A nova vida que recebemos em Cristo foi acompanhada do Espírito Santo que derramou no coração dos filhos de Deus o amor de Deus. O amor é que une as virtudes existentes na vida do cristão, pois é a virtude primária do fruto do Espírito na Igreja. Sendo Cristo tudo em todos o amor que une as virtudes seria o norteador das ações e virtudes existentes, não a carne ou o intelecto, mas o amor de Deus derramado nos corações.
  6. A paz, a gratidão e a Palavra de Deus dominariam o nosso coração (vs. 15 e 16). Consequentemente haveria o apoio mútuo, o encorajamento uns dos outros e o ensino. O isolamento não predominaria, mas uma interdependência e fraternidade no corpo da Igreja local seriam marcas predominantes.
  7. Haveria verdadeira adoração (v.16) A ambiência dos cultos seria de hinos inspirados pelo Espírito onde a Graça de Deus se manifestaria nas variadas formas de se prestar culto. Os relacionamentos seriam nutridos pela adoração a Deus que incluiria o serviço ao Senhor ministrados uns aos outros como expressão de adoração e amor ao próximo através da edificação.
  8. Haveria a busca constante pela Glória de Cristo (v.17). Quer por palavras ou por obras a Igreja caminharia buscando a Glória de Deus se Cristo for tudo em todos. Não haveria distinção entre o “secular” e o “sagrado” tudo que se fizesse teria o intento da gratidão, serviço a Deus e ao próximo.

Estas verdades nos alertam sobre a necessidade de vivenciarmos a comunhão com os santos pois temos comunhão com Deus. O avivamento e a renovação de uma pessoa influenciará ao outro ter experiência semelhante. Quando Cristo é tudo para ele esse será um instrumento para que outros tenham Jesus da mesma forma. Um verdadeiro avivamento fará que Cristo seja tudo para todos e que outros sejam acrescidos e convertidos nos corações a Cristo. Vamos aprofundar-nos na vida que Jesus nos deu. Como alguém já disse: “a nossa parte é aprofundar o nosso ministério e a extensão que ele alcançará pertence a Deus”, que nos mandou ir até aos confins da terra.

A parábola da grande pérola mostra a sublimidade que Cristo deve ter sobre todos. Conta a história de um negociante de pérolas, que representa um homem interessado nas coisas espirituais e que investiga as possibilidades, mas quando encontrou a pérola de grande valor, que representa o Reino de Deus, vende tudo o que tinha adquirido para obter a grande pérola. Jesus é Sublime, Incomparável, que Ele seja tudo em todos na tua Igreja local.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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