Arquivo da categoria: Heresia

A ESCOLA DO SABER DE DEUS.

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Ser como Cristo, praticando a Bíblia, é o grande desafio. Viver uma vida íntegra, a partir das Escrituras Sagradas, só irá acontecer quando priorizarmos o estudo da Palavra de Deus. É fundamental a conscientização da real importância da Escola Bíblica Dominical para o crescimento espiritual de todos, sejam recém convertidos ou aqueles que cresceram dentro de uma igreja. É na EBD que se criam líderes e se prepara para a vida em comunidade. Mas o objetivo maior, que é entender a vontade de Deus e seus mandamentos, só será alcançado quando os professores compreenderem a necessidade espiritual de seus alunos.

Conhecer algum membro que só vai para igreja assistir a celebração é fácil, infelizmente. O resultado da ausência na EBD ou da falta de Escolas Bíblicas fortes, são cristãos despreparados que cometem erros sobre coisas simples e primordiais ensinadas por Deus de forma clara na Bíblia. É na EBD que toda a igreja tem a possibilidade de desenvolver seu conhecimento bíblico, ter voz ativa para discutir cada versículo bíblico, usar todas as ferramentas necessárias e disponíveis para o melhor aprendizado da Palavra e discutir as linhas de pensamentos e traduções. A EBD é tão importante dentro da comunidade cristã, quanto o louvor e a mensagem do pastor. É na EBD que qualquer pessoa tem a liberdade de interromper para perguntar o que não foi compreendido, ou apresentar uma segunda opinião. A EBD é o primeiro passo para o crescimento espiritual de todo um conjunto, nesse caso, a igreja.

O desafio de qualquer ser humano é deixar seus erros e seguir uma vida íntegra, viver uma constância diante de tudo o que lhe é ensinado. Mas é justamente por isso que a EBD não tem um fim, como a escola, a faculdade, a pós graduação. A Escola Bíblica é feita durante toda uma vida, porque a Palavra é viva e sempre traz uma nova visão pela fé. Isso também, porque qualquer servo do Senhor convive com a sua natureza humana e precisa saber como lidar com as crises durante a vida. Como o apóstolo Paulo descreveu: “Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz” (Romanos 7.19-20).

Se você deseja ser sábio e ter uma vida íntegra, mas olha para a Escola Bíblica como mais um evento da igreja, entenda que ela é a escola do saber de Deus. Uma escola que está preocupada com quem você foi, com o que você é e com o que você será.

Discuta, participe, compartilhe os pensamentos de Deus através desta escola.

(Fonte: Convenção Batista Brasileira)

 

 

ESCOLA DOMINICAL PARA ATEUS.

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Por Renato Vargens – DF 95

 

Temos pregado em inúmeras igrejas das mais variadas denominações em boa parte deste país. Em cada comunidade, temos procurado conversar com os pastores a respeito da EBD e, para nossa surpresa, muitos têm compartilhado a ideia de que Escola Bíblica Dominical encontra-se em declínio em muitas igrejas locais.


Segundo esses pastores, a razão para o esvaziamento da EBD se deve à dificuldade dos membros assistentes em organizar sua agenda e tempo, o que, evidentemente, corrobora para o esvaziamento de suas classes dominicais.


Contrapondo-se aos cristãos brasileiros, pais ateus, com uma ótica diferente da vida, têm levado, aos domingos pela manhã, seus filhos a escolas humanistas, cujo objetivo é ensiná-los a não existência de Deus. É exatamente isso que a revista Time publicou. O texto, parafraseamos a seguir:


“Pais não cristãos têm entendido a importância de levarem seus filhos a centros humanistas onde possam aprender como refutar os argumentos religiosos dos cristãos. De acordo com o Instituto para Estudos Humanistas, 14% dos americanos professam não terem qualquer religião, e, entre a faixa etária de 18 a 25 anos, a proporção sobe para 20%. A vida dessas pessoas seria muito mais fácil do que a dos ateus adultos se eles aprendessem, desde cedo, como responder à maioria dos cristãos nos EUA”.“É importante as crianças não parecerem estranhas”, diz Peter Bishop, que conduz a classe de adolescentes no centro humanista em Palo Alto. 


Outros dizem que a instrução semanal apoia a posição de que é natural não acreditar em Deus e lhes dá um lugar para reforçar a moralidade e os valores que eles querem que suas crianças tenham.


O programa pioneiro em Palo Alto começou há três anos e comunidades em várias regiões do país planejam começar trabalhos semelhantes nos próximos anos. O movimento crescente de instituições para crianças de famílias de ateus também inclui acampamentos de verão em cinco Estados e a Academia Carl Sagan, na Flórida, a primeira escola pública humanista do país que abriu com 55 crianças no outono de 2005. Bri Kneisley, que enviou o filho Damian, de dez anos, para acampar em Ohio, dá as boas-vindas ao senso de comunidade que essas novas escolas lhe oferecem: ele é uma criança de pais ateus, e ele não é o único no mundo.


Kneisley, 26 anos, uma estudante da universidade de Missouri, diz que percebeu que Damian precisava aprender sobre secularidade depois que um vizinho lhe mostrou a Bíblia. Damian era bastante convicto quando esse sujeito lhe contou esta surpreendente verdade que eu nunca tinha compartilhado com ele. O acampamento ateísta ensinou para Damian a “pensar criticamente” contra as religiões mundiais por meio da literatura de livres-pensadores (um termo que engloba ateus, agnósticos e outros racionalistas). 
O Programa Palo Alto Family usa música, arte e discussão para encorajar a expressão pessoal, a curiosidade intelectual e a colaboração. Em um domingo de outono, pode-se encontrar até uma dúzia de crianças de até seis anos de idade, e vários pais que tocam instrumentos de percussão e cantam hinos como Ten little indians (cuja tradução, seria: “Os dez pequenos indiozinhos”), em vez de canções como Jesus me ama. No lugar de ouvirem uma história da Bíblia, a classe ouve parábolas seculares.


No corredor da cozinha do acampamento, as crianças mais velhas se concentram em uma conversação socrática com o líder Bishop, que tentou conseguir que eles vissem como as pessoas são coagidas a renunciar as convicções delas e como poderiam não mudar suas mentes de fato, antes, poderiam reagir. Uma lição importante para jovens ateus que podem sentir pressão ao confessarem que acreditam em Deus.


Os pais ateus apreciam esse ambiente. Kitty, uma ateia que não quis revelar o último nome para proteger a privacidade das crianças dela, traz sua filha à classe de Bishop toda semana. Depois que Jonathan, treze anos, e Hana, onze, nasceram, Kitty diz que ela se sentia socialmente isolada e até mesmo pensou em experimentar levá-los à igreja, mas eles estão tendo discussões racionais muito mais confortáveis no centro humanista. “Sou uma pessoa que não acredita em mitos”, diz Hana, “ aprecio bastante a evidência”.
Enquanto isso, neste nosso Brasil, em detrimento do movimento gospel, seguimos em frente, negligenciando a Bíblia e a Escola Dominical, fazendo atos proféticos, sincretizando o evangelho, além, obviamente, de dançar e cantar em “boate gospel”, como se a vida fosse um grande mar de rosas.


Deus, tenha misericórdia desta nação!

 

Compartilhado pelo Pr. Antônio Fonseca do ICP no facebook

DISCERNIMENTO.

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Há necessidades básicas como amar e ser amado, de justiça, paz, propósito na vida etc. Na busca pela superação dessas e outras necessidades podemos escolher mal, e isto nos trazer prejuízo. Escolher é uma capacidade humana que vem acompanhada de responsabilidade. Somos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Não podemos usar como desculpa as urgentes necessidades para fazermos escolhas erradas. Iremos prestar constas a Deus.

Algo se faz muito necessário para se escolher: DISCERNIMENTO. O discernimento vem com a ação do Espírito no nosso coração que se utiliza das nossas experiências de vida pessoal, vida com Deus, o nosso conhecimento da Palavra de Deus e nossa vida de oração. Exerça-o com sabedoria, assim suas escolhas serão melhores.

Há o discernimento natural que os homens com saúde mental possuem e há o discernimento espiritual, um dom dado pelo Espírito Santo, que capacita a distinção entre o que vem de Deus e o que vem de satanás.

Um exemplo de discernimento espiritual é o de Paulo em sua segunda viagem missionária, quando desenvolvia seu ministério foi importunado por uma menina possuída por um espírito de adivinhação. Ela exclamava: “Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo”. Ela não errou no que dizia, mas dizia possuída por demônios com o objetivo de atrapalhar Paulo e seus companheiros. Paulo pelo Espírito percebeu aquele espírito de adivinhação e inquietação, repreendeu em nome de Jesus e a menina foi liberta.

O discernimento não é apenas usado na distinção do bem e do mal. Mas também, numa atitude de sabedoria que sabe aproveitar a hora propícia de agir. Como Paulo em Atenas percebendo a idolatria do povo usou um altar que era dedicado a um Deus desconhecido. Paulo proclamou Jesus como o Deus que os atenienses não conheciam.

É bom que se registre, que discernimento não é “intuição” ou “insight”, ele é dado pelo Espírito Santo, que age de acordo com a Palavra de Deus, que foi registrada para ser o nosso manual, aferidor de todas as coisas. Então o discernimento não se trata de algo subjetivo, mas de uma experiência real baseada na orientação da Palavra de Deus.

Uma das maiores necessidades do povo de Deus em nosso tempo é o discernimento. Discernir o que se ouve. Discernir antes de falar. Discernir antes de escolher. A precipitação traz muitos infortúnios. Evita-se muitos problemas quando o discernimento é praticado.

Jesus foi alvo de muitas armadilhas, mas não caiu em nenhuma, pois discernia tudo, conhecia os corações. Talvez você diga: “não somos Jesus”; mas somos servos dEle. Temos o Espírito Santo. Temos a Palavra de Deus. Temos conselheiros espirituais. O inimigo de nossas almas anda em derredor buscando quem possa tragar. Vigiar. Discernir. São necessidades básicas.

Devemos discernir sem usarmos as togas de juízes dos outros como se tivéssemos a palavra final sobre alguém. Deus está acima de todos. Cabe-nos a humildade de depender de Deus para exercemos tal capacidade de forma acurada e sábia porque sem Deus e sem sua Palavra e oração não dá para fazê-lo.

(O autor do texto é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

O SEGREDO DA VITÓRIA.

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Porque Deus não nos deu o espírito de medo, mas de fortaleza e de amor, e de moderação” (2 Timóteo 1:7).

Sempre ouvi sobre a timidez de Timóteo e de sua juventude. Sobre as questões sérias que ele teve que enfrentar no seu pastoreio da Igreja de Éfeso como, por exemplo, os falsos mestres. Sobre as lutas espirituais que também passava.

Percebemos assim três níveis de dificuldades: o pessoal (temperamento); circunstancial ( Falsos mestres, perseguição etc.) e espiritual (espírito de medo).

Ao citar sobre as características que o Espírito Santo outorga, Paulo mostra a Timóteo que ele podia vencer as intempéries com o Espírito. O Espírito Santo é de fortaleza, de firmeza, que capacita a vencer as dificuldades do temperamento, vence o espírito de medo e capacita o enfrentamento dos falsos mestres. O Espírito é de amor, que lança fora todo o medo, que harmoniza as emoções e ensina a defender a fé sem ódio, ou sem rancor. O Espírito é de moderação, de equilíbrio, que faz a palavra ser temperada com sal para contradizer o contradizente, que traz harmonia ao temperamento e faz não ser dominado por nada.

Você observou como tudo que Timóteo precisava estava disponível no Espírito Santo? Não é o que você precisa para vencer seu temperamento, as circunstâncias e aos inimigos espirituais? Certamente que é. Portanto, encha-se do Espírito. Não ceda as concupiscências carnais. Não dê lugar ao diabo. O mandamento de Deus para você é: E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito (Ef 5:18).

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

A IGREJA EM BERÉIA

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O cristianismo foi implantado em Beréia na segunda viagem missionária de Paulo. Logo depois de Paulo e Silas saírem secretamente de Tessalônica  para escaparem da perseguição.

Lucas chamou-os de nobres porque receberam os missionários e as palavras proferidas por eles com avidez e receptividade diferentemente de Tessalônica, que recebeu com muita tribulação. Os bereianos liam, ouviam e guardavam a Palavra por isto eram bem-aventurados (Ap 1:3). Examinavam a cada dia as Escrituras e conferiam a doutrina ensinada por Paulo com as Escrituras. O verbo examinar era usado na lei pelos advogados para ver se um processo podia ou não ser sustentado por um tribunal, e assim os Bereianos examinavam as Escrituras para confirmar o que estava sendo ensinado.

A Igreja de Beréia deve ser uma referência nesta época de “Babel” teológica. Não devemos ser “céticos”, não crendo em nada, e nem “crédulos”, crendo em tudo. Devemos ter a Bíblia em nossas mãos e em nossos corações verificando tudo que chega aos nossos ouvidos para se verificar a coerência ou não com as Escrituras. Vamos todos nós sermos Bereianos? Espero que com a Graça de Deus todos nós sejamos.

“ AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1 João 4:1).

O QUE É RELIGIÃO?

religiãoII O homem é um ser religioso por natureza. Deus já o fez assim, e aonde quer que se encontrem seres humanos, encontram-se vestígios de religião. A palavra religião vem do latim religare e, na sua essência, significa “ligar-se novamente”; por isso, em si mesma já transmite a idéia de que o homem está separado.

Citarei a definição de Langston em seu livro: Esboço de Teologia Sistemática:

“A religião é a vida do homem nas suas relações sobre humanas, isto é, a vida do homem em relação ao Poder que o criou, à autoridade Suprema acima dele, e ao Ser invisível com que o homem é capaz de ter comunhão.

A religião é sempre a vida do homem como um ser dependente de um poder, responsável para com uma autoridade e adaptável a uma comunhão íntima com uma realidade invisível. Esta definição exclui a idéia que prevalece, de que a religião é um corpo de doutrinas. Quem assim define a religião confunde-a com a teologia, confusão que, se não justifica, não tem razão de ser: religião é vida; teologia é doutrina. E, como já dissemos, a religião precede a teologia. Ambas são distintas embora estejam intimamente ligadas.”

Geralmente as pessoas procuram na religião a resposta a certas perguntas do tipo: Por que existe o mundo? Quem criou o universo? Para que nascemos? Existe vida depois da morte? A religião é um meio da pessoa se relacionar com as coisas espirituais que não se vêem. Alguns sentem medo, outras vezes experimentam amor, adoração, emoção com algo invisível. As religiões também possuem princípios para uma vida melhor: solidariedade, amor ao próximo e outros.

Uma religião para ser denominada assim precisa ter antiguidade. Não pode ser um grupo emergente. O emergente é o que denominamos de seita, que geralmente surge como uma facção de uma Religião reconhecida como tal. A Religião precisa também de doutrina própria. O seu credo ou confissão de fé já está estabelecido e têm características próprias, distintas das demais. E por fim a Religião tem ortodoxia, ou seja, uma doutrina de consenso, considerada verdadeira entre os seus pares. Quando uma doutrina é contrária a ortodoxia da Religião é chamada de heresia, ou heterodoxia. Se um grupo se formar em torno da heresia torna-se uma seita, ou facção de tal Religião.

Há inúmeras religiões, mas Jesus disse que Ele é o único caminho para se chegar a Deus. Jesus é o caminho, a verdade e a vida (João 14:6). As religiões são tentativas humanas de se religar com Deus, porém Jesus é o único Mediador entre Deus é o Homem (1 Timóteo 2:5). Deus religa o homem a Ele através de Jesus somente. Jesus é maior que a religião!

(O texto é uma compilação de fontes diversas).

O QUE É UMA HERESIA?

 

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A palavra heresia vem do grego hairesis que quer dizer: escolha, corrente de pensamento; partidos; facções (At 5.17; 15.5; 24.14; Gl 5.20 etc). Tal palavra deu origem a secta em latim, que passou para o português como: seita. No Novo Testamento a palavra hairesis é usada quase sempre no sentido exposto acima, havendo apenas a exceção em II Pe 2.1 que é usada no sentido de erro doutrinário, sendo tal sentido o mais usado hoje em dia.

Hoje, para nós, evangélicos, os conceitos de seitas e heresias estão diferenciados. A heresia é o desvio doutrinário da Palavra de Deus e as seitas são os grupos religiosos que absorvem os ensinos heréticos e os praticam. Citarei algumas definições dadas por estudiosos sobre o assunto:

“Uma seita é alguma perversão religiosa. É a crença e a prática, dentro de um mundo religioso, que requer a devoção das pessoas a algum ponto de vista religioso ou para algum líder, estribados em alguma doutrina falsa. Uma seita é uma heresia organizada. Uma seita pode assumir muitas formas, mas basicamente é algum movimento religioso que distorce ou desvirtua a fé ortodoxa até o ponto com que a verdade é transformada em mentira (…)”. (Dave Bresse. CONHEÇA AS MARCAS DAS SEITAS. Editora Fiel. São José dos Campos, SP – 1998, p.9.

“O que é uma heresia? Para nós, evangélicos, é toda doutrina que, em matéria de fé, sustenta opiniões contrárias às da Bíblia considerada a Palavra de Deus”. (J Cabral. RELIGIÕES, SEITAS E HERESIAS. Universal produções. Rio de Janeiro, RJ – 2000, p.15.

“Do ponto de vista cristão, heresia é o ato de um indivíduo ou de um grupo afastar-se do ensino da Palavra de Deus e adotar e divulgar suas próprias idéias, ou as idéias de outrem, em matéria de religião. Em resumo, é o abandono da verdade”. (Raimundo F. de Oliveira. SEITAS E HERESIAS, UM SINAL DOS TEMPOS. CPAD, Rio de Janeiro – RJ, 1992, p.9).

(O autor é o Pr Eber Jamil, dono do blog. As citações estão com as devidas referências).