Arquivo da categoria: Obediência

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23 de jul

Quem tem Jesus como alvo terá a perspectiva do amanhã. Não é uma protelação espiritual, mas uma certeza que o futuro está nas mãos d Deus

24 de jul

Se não houver uma atitude de dependência de Deus na pregação, Deus não aceitará a prática por mais que seja eloquente.

25 de jul

Aquilo que podemos encontrar no mundo não resolve a questão da eternidade. O homem já nasce com o desejo pela eternidade e só Deus pode suprir

26 de jul

O crente deve lutar pelas causas certas que envolvem a defesa e a divulgação do Evangelho. Sempre com uma boa dose de bom senso e firmeza.

27 de jul

Ter as prioridades corretas determinarão o bom ou mau andamento da nossa vida. Quando coisas secundárias ocupam a primazia não andamos bem.

28 de jul

É importante lembrar que a duração da nossa vida na terra não sabemos. Portanto, não adiemos a decisão de lembrar e temer a Deus em tudo.

29 de jul

Seguir a Palavra não é só segui-la quando de alguma forma satisfaz anseios, mas obedece-la também quando é contrária a vontade da nossa carne

30 de jul

A mensagem do evangelho não é irreal nem ilusória. É dum realismo porque além de nos trazer fé, esperança e amor, mostra a vida como é.

31 de jul

Educar é semelhante ao trabalho do semeador.Tem que haver um trabalho anterior a semeadura como as escolhas das sementes e preparação da terra

1 de ago

Quando se ouve alguém a pessoa ouvida se sente acolhida, respeitada, pois os seus tesouros estão sendo expostos e valorizados como são.

(O autor das frases é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

CORAÇÃO ESPINHOSO.

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A parábola do semeador é rica em lições. Jesus usou uma linguem comum que os judeus conheciam no seu cotidiano, que tem uma linguagem universal e pertinente até os dias de hoje. Dentre os solos ilustrados quero destacar o solo cheio de espinhos.

Os espinhos que sufocam o nosso coração são as coisas que sufocam a Palavra de Deus em nós. São as ansiedades, preocupações, cuidados, relativos aos interesses desse século. Como as riquezas que prometem satisfazer, mas não satisfazem. A Palavra de Deus chega a crescer num coração como este, mas não prospera. Na verdade, se algo tem a capacidade de sufocar a Palavra em nós isto mostra que tais coisas são ídolos. O coração fica assoberbado sem o espaço para a Palavra crescer.

Jesus advertiu que onde está o teu tesouro ali estará o seu coração. Aquilo que consideramos tesouro é aquilo que amamos, priorizamos e focamos nossa atenção. Se as coisas que perecem ocupar um espaço demasiado em nossos corações nos dividirão e farão com que não sirvamos a Deus com inteireza.

Quem está nesta situação precisa crer em Deus como o único Deus verdadeiro e crer em Jesus como Seu Filho sendo Ele o único caminho para se achegar a Deus. Tal fé levará ao arrependimento e abandono dos ídolos que dividiam o coração. Assim a Palavra não será sufocada pelos “cuidados”. Terá Deus em Primeiro. Buscará o Reino de Deus em primeiro lugar. Esta é a atitude. A Palavra que é pregada frutificará muito nos corações e não será sufocada pelos interesses deste mundo.

Jesus alertou a impossibilidade de servir a dois senhores. Quando afirmou isto citou o deus “mamom”, que era o “deus das riquezas”. Podemos ampliar o significado para tudo que há no mundo que pode assenhorar-se do nosso coração impossibilitando o crescimento da Palavra de Deus em nós. O profeta Elias conclamou ao povo de Israel a tomar uma decisão: “até quando coxeareis entre dois pensamentos?” Exortou-os a escolher entre Deus e baal? Josué também pediu uma decisão ao povo: Escolham hoje a quem sirvais? Josué respondeu a sua própria pergunta: eu e minha casa serviremos ao Senhor.

Desta forma o coração não será mais solo espinhoso, mas será terra fértil e dará fruto a trinta, sessenta e até cem por um. As obras não serão mais titubeantes. Serão feitas com inteireza de coração. Deus deseja que O amemos com todo coração, toda alma e todo entendimento. Quem assim amar também amará o próximo como Jesus amou. Os frutos da vida com Deus vicejarão. Trazendo resultados nas vidas em volta.

A fecundidade é uma das marcas daqueles corações que foram transformados pelo evangelho. A fé que veio através da Palavra de Deus se visibiliza e traz resultados como obras coerentes com novo coração. Não há mais “sufoco”, “assoberbamento”. Agora é tempo de frutificar! Ocorreu pela fé uma união com Cristo: Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer (João 15:5)

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

CORAÇÃO REGENERADO.

Novo-Coração

Muitos quando se aproximam da mensagem do Evangelho depositam sua fé na Igreja,e aproximam do cristianismo depositam sua fé na vida social que a mesma proporciona, no pastor etc. Mas quando o problema chega, abandonam a fé. É como um terreno com uma camada fina de pedras, com cascalhos por baixo. É um coração superficial, que recebe com o entusiasmo a palavra, mas murcha, quando vem o sol da angústia, da perseguição, e abandona as fileiras. É um coração sem raízes profundas. No primeiro momento não dá para perceber isto porque a pessoa manifesta um entusiasmo e uma vontade de fazer tudo ao mesmo tempo, que parece uma fé real, mas não persevera.

Por situações semelhantes a esta, pessoas tendem acreditar que a salvação se perde depois de ter acontecido a regeneração. Porém, a parábola do semeador contada por Jesus deixou bem claro que estas pessoas na verdade não se converteram. A Palavra de Deus tem o poder de mostrar o que não se vê pela aparência. Pessoas que parecem ter gás total acabam mostrando que o que tinha era um entusiasmo passageiro.

O coração de quem se converte enraíza-se no Senhor. Portanto, persevera. Tal pessoa tem segurança. O maior dos milagres aconteceu, que é o novo nascimento. A pessoa recebeu um novo coração, uma nova natureza e foi liberta da escravidão do pecado. Agora o pecado é eventual. Não se vive mais na prática habitual dele.

O coração regenerado é frutífero. Mostra a fé que se tem. Tiago asseverou que a fé sem obras é morta. Havendo tempo hábil o crente que nasceu de novo mostrará que sua fé e genuína. Não escrevo que não possa apresentar dificuldades, pois perfeição só na glorificação, mas a fé verdadeira se visibiliza. Abraão creu e isto foi imputado como justiça. Abraão passou por provas e perseverou mostrando que sua fé era real.

Ao recebermos Jesus o amor de Deus foi derramado em nosso coração com a presença do Espírito Santo. Assim o nascido de novo que tem uma capacidade natural de amar recebe o amor de Deus como fruto que dá uma capacidade além da natural de amar. Um amor que se torna a marca identificadora no caráter do crente que é nascido de novo.

Uma nova natureza, uma nova estrutura recebe o nascido de novo que é tão diferente daquela que tem o superficial. O superficial é comandado pela alma, pela concupiscência, mas o nascido de novo é dirigido pelo Espírito de Deus que habita nele influenciado a alma e a mordomia do corpo. De maneira nenhuma as características do nascido de novo são sustentadas por ele mesmo. É obra de Deus. É milagre do Senhor. É obra do Espírito Santo. Não é mérito pessoal.  Quando Jesus foi crucificado e ressuscitou conquistou a vitória sobre satanás e sobre a opressão do domínio do pecado. Quem crer nEle recebe a libertação, a salvação e deixa de ser escravo do pecado e recebe a vida eterna.

O sinal que houve a libertação é o arrependimento. A tristeza segundo Deus, a confissão de pecados, o abandono deles e a nova conduta mostram realmente que houve uma mudança, mostra que é um novo coração. Com diz o ditado: o traje não faz o monge. Não adianta algo aparente, somente exterior, um entusiasmo sem raízes, é preciso mesmo que tenha ocorrido uma mudança, e o verdadeiro arrependimento demonstra isto.

Este novo coração é uma necessidade universal. O homem já nasce pecador e inclinado ao pecado. Davi quando teve esta consciência pediu ao Senhor um coração puro e um espírito inabalável, ou seja, um coração regenerado. O Espírito Santo é que faz esta obra. Abra seu coração para Jesus e Ele te dará pelo Espírito Santo um coração purificado que terá uma disposição de obedecer a Deus e fazer a Sua vontade.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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A vida com Deus não só tem o sentido direcionado para Ele, mas também para o próximo. Jesus deixou claro com os dois mandamentos quando Ele resumiu a lei – 29\12\2016

O amor natural não é como o amor que vem de Deus. O amor de Deus é um fruto do Espírito Santo, e só tem o fruto quem tem o Espírito Santo. 28\12\2016

Pelo poder de Deus o homem chega mais longe do que chegaria naturalmente. 27\12\2016

Jesus, O nosso Senhor, deixou-nos o exemplo, como Homem confiou em Deus, dependeu do Espírito Santo e andou pelo caminho da humildade. 26\12\2016

É de suma importância entender que a fraternidade presente no natal não pode se resumir a festa. Jesus veio para dar vida em abundância. 25\12\2016

Se você tem vivido momentos conturbados renove sua esperança em Jesus. Assim, a Luz dEle te dará alento para venceres as dificuldades da vida 24\12\2016

A simplicidade do verdadeiro natal mostra a Grandeza de Deus. O Eterno tomou a forma humana em circunstâncias tão singelas mesmo sendo Deus. 23\12\2016

É tão bom saber que Deus acolhe os que o buscam de todo o coração recebendo-os com seu amor incomparável. 22\12\2016

A questão é conhecermos a Deus porque o meu conhecimento dEle é que influenciará o modo como cuido daquilo que Ele me deu.21\12\2016

Creio que entre muitas virtudes O Espírito nos confere ousadia, coragem, porque a oposição do mundo é uma realidade. 20\12\2016

(O autor das frases é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

MERGULHO EM DEUS.

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A oração é uma das grandes práticas cristãs, mas é mais do que isto. Oração é sinal de vida. Oração é oxigênio. A oração é relacionamento com Deus. É um dos momentos mais sublimes da vida porque é um diálogo entre o servo de Deus e seu Pai Celestial, criador de todas as coisas. A oração é como um mar sem fim em nossa frente ou nadamos, ou ficamos anelando sem nunca de fato experimentarmos.

A oração deve ser feita a Deus através do nome de Jesus movida pelo Espírito Santo. A Deus porque Ele é O Pai, que governa todas as coisas, e é sua vontade que buscamos. Em nome do Filho porque Jesus é o mediador, sem Ele não chegamos a Deus. Movidos pelo Espírito porque Ele de fato nos ajuda a orar de forma mais eficiente. A oração para ser oração tem que ser a Deus (Pai) e por Deus (Jesus) e pela vontade de Deus (O Espírito intercede).

Precisa ser feita com fé, porque aquele que dúvida é levado pelos ventos das circunstâncias. A fé é o modo de enxergar o invisível, tendo convicção da resposta segundo a Vontade de Deus. A fé são as mãos que estendemos para receber as respostas das nossas orações. A fé precisa ser constantemente alimentada pela Palavra, porque a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo. Quando isto acontece a oração não é baseada em meras conjecturas, mas naquilo que Deus revelou. A nossa fé não se baseia no visível, mas é a certeza das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se veem. A nossa fé está fundamentada na Palavra de Deus. Se alguém tem dificuldade de crer confesse ao Senhor a sua incredulidade e apegue-se a Palavra de Deus porque nela está registrado aquilo que devemos crer. A Palavra descortina o mundo espiritual, que é alcançado por meio da fé em Jesus. Peça com fé, sem duvidar, como está escrito em Tiago, e Deus te atenderá sem te lançar em rosto.

A questão também é se o que pedimos está de acordo com a vontade de Deus. Hoje em dia os pedidos são pragmáticos e não visam o reino de Deus na terra. São voltados para o aqui e agora e não se lançam sementes para a eternidade. Esses tipos de orações revelam que temos muitos ídolos e que giramos a nossa vida espiritual em torno deles. Tem aparência de piedade, mas são orações a si mesmo. A oração verdadeira é aquela que tendo entendimento da Soberania de Deus busca depositar nas suas mãos a própria vida para que a Vontade de Deus seja feita.

A oração não é um desencargo de consciência. Não é uma fuga da realidade. Ela precisa ser verdadeira e acompanhada de uma vida que é uma oração também. A própria palavra indica que oração é a ação de orar. Então a prática de uma vida cristã é fundamental e nela está incluída a oração. Aquele que desobedece a Palavra de Deus frontalmente tem sua oração considerada abominação. Não pense que receberá de Deus alguma coisa. A oração precisa estar alinhada com uma vida que segue a Palavra de Deus, pois ama a Deus e guardará a sua palavra. E a medida que guarda as Suas palavras e nela medita pede segundo a Vontade de Deus e é atendido.

A vida de oração não pode ser procrastinada. Ela precisa ser o combustível que faz uma vida crescer na intimidade com Deus e que faz diferença onde está inserido. É algo que não é apenas um ideal que não se alcança, mas uma prática cotidiana. É preciso mergulhar em Deus. Ir fundo. A oração é o meio para isto sempre tendo a Palavra como prática de uma vida genuína com Deus. Não seja daqueles que aspiram, desejam e não praticam. Não seja daqueles que sonham, mas não alcançam. Mergulhe em Deus. Mergulhe na oração.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

VERDADEIRO ABRIGO.

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Na iminência de sofrer um grande desastre o povo de Israel confiava que os seus sábios, fortes e ricos sobreviveriam. Muitas vezes nos refugiamos em falsos refúgios. Criamos em nossas mentes alvos, que nos tornarão inexpugnáveis. Pensamos ser intocáveis. Verdadeiramente fortes. Mas, pequenos detalhes podem nos fazer sucumbir dessas fortalezas imaginárias, pois são imaginárias.

Jeremias, o profeta, chorava de dia e de noite, quando pensava no que estava por vir. Avisou claramente que a sabedoria, a força e a riqueza humanas são limitadas e não poderiam resistir ao que estava para acontecer. Nada que se baseia no homem é invencível. Nem os mais poderosos e dominados por sua arrogância podem resistir o juízo divino.

Salomão foi o homem mais sábio que existiu depois de Jesus, mas foi vencido pela luxúria. Ninguém foi mais forte do que Sansão, mas o seu caráter o fez ser derrotado. O homem rico da parábola do rico insensato juntou dinheiro, mas acabou não deixando herdeiros para receber o que acumulou. Aquele que confia em si mesmo ou no que conquistou não tem alicerce sólido, pois mais se pense que tenha. É um embriagado de si mesmo, que o deixa desnorteado sujeito a grandes quedas.

Não podemos depositar a nossa confiança em nossas capacidades, pois são limitadas. Mas sim, no Deus que conhecemos, que age com Misericórdia, Justiça e Juízo em toda terra. As Misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Todo o poder pertence a Deus e é Ele que pode dar o homem o fundamento necessário para o enfrentamento das demandas da vida.

Conforme o profeta profetizou a essencialidade de uma vida bem fundamentada é o conhecimento que se tem de Deus. Quem tem Deus como sustento realmente terá um sustento, pois Deus não é uma criação da mente humana, mas a Origem de todos e Senhor da história, que provou em Jesus, que se é possível vencer o mundo com suas dificuldades e calamidades. Na vida de Jesus vemos o exemplo do que parece ser derrota na verdade ser vitória.

Percebemos que a obediência a Deus fortalece a estrutura da vida para que se persevere diante das dificuldades. Nada acontece sem a permissão Divina, que é bom, justo e julga o homem na sua integralidade. Conhecer o caráter de Deus fará diferença em meio as tribulações que enfrentamos. A fé no Deus que Jesus revelou e que as Escrituras registraram faz com que conheçamos e prossigamos em conhecer mais o Senhor.

Portanto, não nos ufanaremos, nos gloriaremos nas nossas falíveis capacidades. O nosso Deus é o nosso sustento e a Ele pertence toda a Glória. A arrogância não nos protege, mas nos ilude. Quem confia no Senhor é que estará seguro. Seja qual for a circunstância, louvaremos ao Senhor por aquilo que Ele é e sempre será: Misericordioso e governa todo o Universo. A glória humana que a sabedoria, a força e a riqueza trazem são passageiras. Acabam. Os que fazem a Vontade de Deus são os que permanecem. Portanto, se existe algo que devemos confiar e nos sustentar é em Deus, que é Soberano.

O conhecimento que Deus dá e recebemos pela fé não são elucubrações da nossa mente, mas revelação de Deus. Portanto, são verdadeiras. Experimentáveis. Praticáveis mesmo numa vida cheia de sobressaltos. Viverá pacificado quem encontrou o verdadeiro abrigo da vida, onde as lutas são enfrentadas com esperança, tendo consciência que a Vontade de Deus sempre triunfará. Aleluia!

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

RELACIONAMENTO COM DEUS.

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Temos a facilidade de expor a Deus o que queremos dEle, mas não encontramos a mesma facilidade para lembrar o que Deus requer de nós. O relacionamento com Deus não é uma mão de via única. Aliás, só temos um relacionamento com Deus porque Ele tomou a iniciativa. Portanto, o relacionamento com Ele que temos é porque respondemos a iniciativa dele. Assim significa que ao recebermos a salvação pela fé temos para com Deus respostas que são implícitas neste relacionamento.

Há toda uma ética e prática que deve ser baseada na Palavra de Deus, que só é possível tê-la por causa da Graça de Deus que se manifestou na salvação e continua se manifestando até a nossa glorificação. O viver cristão não é uma vida de cumprimento de regras, mas uma vida que é transformada, uma vida liberta da escravidão do pecado, do tacão de satanás.

Tal liberdade faz com que haja desprendimento das ciladas da vida mundana e um apego ao padrão da vida celestial, Divina. Isto é a verdadeira liberdade. Viver na liberdade que Cristo outorgou é viver na vontade dEle que é boa. A qualidade da vida no sentido de paz de espírito se dará pela pacificação da consciência de quem sabe que está aonde e como Deus quer.

Fica implícito que a base do relacionamento com Deus é o amor e não o medo. Não se encontra em pacificação aquele que procura obedecer a Deus por medo de ser punido por Deus. A base do relacionamento com Deus é o amor, o que inclui claro o temor a Deus, que é o respeito e a reverência que se tem por Ele. Realmente passamos por uma disciplina Divina quando erramos, mas é um ato de amor de Deus por nós, que nos trata como filhos, como de fato em Jesus somos. Chegará o dia de prestação de contas. Não para condenação para os que estão em Cristo Jesus. Todo nascido de novo, quando na volta de Cristo, passará pelo Tribunal de Cristo, onde as suas obras e motivações serão julgadas, para recebimento de galardão ou não. Tal fato, não nos deve causar medo, pois o Perfeito Amor lança fora o medo, mas deve nos trazer um grande senso de responsabilidade e privilégio em relação às obras que fazemos aqui na terra.

Porque a Graça de Deus que se manifestou no momento da nossa salvação perdura por toda a existência. Uma das suas manifestações é a honra que Deus nos concede de sermos coparticipantes de Sua obra na terra trabalhando para o avanço do Reino de Deus no coração das pessoas. Somos cooperadores de Cristo. Fazemos parte do corpo de Cristo, e O Espírito dispôs os membros como quis, com a finalidade de engrandecermos o nome de Deus em toda a terra.

Tendo consciência do relacionamento com Deus faz-se necessário cultivarmos uma vida devocional que enfrenta a displicência, inquietação da alma e que diariamente bebe das fontes do Espírito Santo, que é Jesus no exame das Escrituras e prática da oração. Que a devocional não se torne uma atividade, mas um deleite, cuja finalidade é deliciar-se da Presença de Deus, que continuará conosco no restante do dia, mas onde se reserva de forma pontual e diária um horário para um momento a sós com Ele.

Por ora, convém ressaltar que a vida com Deus também tem o seu sentido horizontal, ou seja, inclui o próximo. É falso o relacionamento com Deus em que o amor ao próximo não está incluído. Porque como pode estar em nós o amor de Deus que não vemos se não amamos o próximo que vemos? Quem ama a Deus mostrará que ama também amando o próximo e procurando viver em paz testemunhando a vida que tem com Deus.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).