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O PROPÓSITO DA COMUNHÃO.

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Um dos propósitos de Deus para a Sua Igreja é a comunhão. A Igreja é tratada na Bíblia como Edifício, onde cada crente é uma pedra viva (1 Pe 2:5). É tratada como família de Deus onde todos vivem ligados a Deus (Ef 2:19). Os irmãos de fé são considerados concidadãos, pois todos possuem a cidadania celestial (Ef 2:19 e Fp 3:20). Tais designações apontam para o propósito da harmonia e comunhão que Deus proporcionou aos santos.

A comunhão com Deus que o homem tinha foi quebrada por causa do pecado. Mas, Deus providenciou que em Cristo o homem se reconciliasse com Ele. Portanto, aquele que crê em Cristo volta a ter comunhão com Deus. O Batismo como ordenança testemunha que o homem que estava morto em seus delitos e pecados ressuscitou e passou a ter uma nova vida com Deus. Passando a viver para Ele. Porém o batismo não é somente uma representação e símbolo da salvação obtida pela fé em Cristo, mas também de comunhão com os irmãos da fé. Não significando somente uma nova vida em Cristo, mas também é a visualização da integração da pessoa no corpo de Cristo, que é a Igreja. Quando nos convertemos O Espírito Santo nos batizou, nos imergiu no Corpo de Cristo. Veja o que Paulo escreveu: Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres e todos temos bebido de um Espírito (1 Co 12:13). O Batismo nas águas não significa somente a morte para o pecado, sepultamento e ressurreição para uma nova vida, mas também a imersão no corpo de Cristo que aconteceu no momento da conversão.

Tendo afirmado isto, percebemos a importância de que a igreja evangelize, mas também que trabalhe com as vidas no sentido de integrá-las na Igreja local, que é a parte visível do corpo de Cristo. A pregação do Evangelho é um chamamento a comunhão com Deus através de Cristo, mas ao aceita-Lo a pessoa passa a fazer parte do corpo de Cristo.  Devemos levar as pessoas evangelizadas a ter um maior compromisso com Cristo e com O Seu corpo. Cristo nos mandou pregar, fazer discípulos e batizar.   A Evangelização visa ganhar a vida inteira de uma pessoa e não parte dela. A pessoa que se converte a Cristo precisa ter relacionamentos sadios. Sei que problemas acontecem nas Igrejas, mas o espírito de pacificação e de perdão devem prevalecer. Na comunhão dos irmãos Deus promove o crescimento através do discipulado, da edificação, admoestações e exortações. O autor de Hebreus enfatiza: “Não deixando a nossa mútua congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tantos mais, quando vedes que vai se aproximando aquele dia”.

Podemos ainda destacar a estreita ligação da evangelização com a comunhão no sentido que havendo comunhão entre os irmãos há um ambiente propício a conversão e integração na Igreja local. Jesus falou que as pessoas seriam identificadas como discípulos dEle se amassem uns aos outros (Jo 13:35). A Igreja de Jerusalém em Atos tinha como uma das grades marcas a comunhão. Eram coesos na doutrina, partiam o pão juntos, temiam ao Senhor, estavam juntos, perseveravam, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo (At 2:42-47).

Na Palavra de Deus temos chamamentos, exortações e constatações de Deus ao Seu povo para que viva em comunhão como em  1 Coríntios 1:10 que está escrito: Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. A comunhão é algo tão inerente a fé cristã tanto que o  apóstolo João chega a afirmar que se vivermos praticando as obras da luz de Senhor e andamos na verdade estará demonstrado que temos comunhão com Ele e com o próximo. I João1: 6 e 7 – Se dissermos que temos comunhão com ele, e andamos em trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho nos purifica de todo o pecado.

A comunhão é um propósito Divino muito caro a Deus. Devemos valorizar e vivermos em união. O salmo de número 133 ressalta que: Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! Paulo aos Efésios no capítulo 4 versículo 3 exorta: Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Portanto, irmãos vivamos a obra que Deus realizou de reconciliação com Ele expressando o vínculo de comunhão que temos uns com os outros.

Antes de Jesus havia separação entre judeus e gentios, entre o povo da aliança e povo que não era povo de Deus, “mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto. Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito” (Efésios 2: 13-18). Tendo Deus derrubado a parede de separação temos que viver em comunhão e não podemos fomentar a discórdia e contenda.

As igrejas costumam realizar as Ceias seguindo a orientação de Jesus como a primeira Igreja a de Jerusalém fazia e as demais fizeram. Paulo ao escrever aos coríntios traz orientações importantes sobre esta celebração que aponta também para a comunhão com Deus e com Seu corpo porque todos partilham do pão e do vinho que são servidos a todos que integram a Igreja do Senhor. Paulo por orientação de Jesus orientou que para participarmos da mesa do Senhor precisamos discernir o seu significado, o corpo de Cristo e seu sangue foi dado por nós, e não participarmos indignamente. Jesus recomenda a reconciliação com seu irmão antes de apresentar uma oferta a Deus. Tais recomendações mostram o quão é importante para Deus a comunhão entre a família da fé porque as duas ordenanças de Jesus – o batismo e a ceia – mostram o sacrifício de Jesus para que fôssemos salvos e tivéssemos comunhão com Deus e com Sua família.

Diante do exposto é necessário celebrarmos a unidade que foi feita por Jesus na cruz. É necessário cultivar uma vida de devoção a Deus. É necessário renunciarmos aos desejos egoístas e pagarmos o preço para que a comunhão com nossos irmãos de fé permaneça. É na comunhão que O Senhor “ordena a benção e a vida para sempre” (Sl 133:3).

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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ANO NOVO: NOVAS OPORTUNIDADES.

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O tempo passa de forma inexorável e não temos controle sobre ele. O que podemos fazer é administrá-lo da melhor forma possível durante o momento em que ele acontece, ou planejar o tempo que possa ainda acontecer de forma sábia.

Com certeza um novo dia traz novas oportunidades. Também podemos falar assim acerca de um novo ano. A virada do ano evidencia o que acontece todos os dias quando o sol se levanta é como se ouvíssemos nesta ocasião: você tem uma nova chance! Um novo ano costuma trazer novas oportunidades e nos inspirar desta forma.

Os pastores antigos costumam dizer que a oportunidade é como um careca de topete quando passa por você é o momento de você segurar o topete porque talvez você não tenha mais oportunidade. Paulo aos Efésios escreveu: Olhai, portanto, cuidadosamente como andais, não como insipientes, mas como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus (5: 15 e 16). A ideia de remissão lembra redenção, lembra salvação. Remir o tempo é aproveitar cada oportunidade.

Temos que tomar cuidado com a procrastinação. Tem pessoas que tem por hábito procrastinar. Nem tudo é para fazer imediatamente, mas nem tudo devemos deixar para depois. O equilíbrio e a sabedoria são importantes. Alguém já disse: “o adiamento é o ladrão do tempo e o ladrão do tempo é o assassino da oportunidade”. É preciso ponderação. Aproveitemos o início de novo ano e aproveitemos esta nova oportunidade.

O passar do tempo, se bem aproveitado, pode se tornar um aliado para uma vida bem vivida, porque somaremos as lições aprendidas das nossas experiências aos desafios que se apresentarem. Gosto muito do salmo de Moisés de número 90 em que ele pede a Deus para ensiná-lo a contar os dias. Aprendamos com o tempo. Os acertos e os erros nos ensinam. Deus em Sua Palavra registrou muitos exemplos de homens, que devem ser seguidos e outros não, quanto ao que fizeram em suas épocas. Na história do próprio Moisés percebemos que ele passou por três tempos de 40 anos: no palácio de faraó, no deserto como pastor e no deserto como líder de um povo. Deus se utilizou das experiências dele e lhe outorgou poder sobrenatural para fazer a obra de Deus. Moisés aprendeu de Deus durante o tempo que viveu.

Valorizemos cada minuto que Deus nos dá. Como era falado na Rádio Relógio Federal: cada minuto que passa é um milagre que não se repete. A valorização pode se dá através da gratidão a Deus. Através da doação de si mesmo a Deus e ao próximo sempre fazendo o melhor enquanto é tempo. A valorização pode se dar através da boa utilização do tempo e gastando-o com o prioritário, necessário e útil.

Consideremos os princípios da Palavra de Deus porque qualquer estilo de vida fora dela é um estilo sem alicerce sólido e eterno. Na vida as tempestades fazem parte, se observarmos das Escrituras teremos a segurança de estar no rumo certo com uma prática adequada. Sem dúvida, o aproveitamento das oportunidades não deve ser de qualquer forma. A Bíblia é o melhor dos manuais, mais eficiente que qualquer GPS e do que o Waze. Aproveitar as novas oportunidades é aproveitá-las com a sabedoria do alto, a sabedoria que Deus dá e revelou em Sua Palavra.

Que neste novo ano com as novas oportunidades seja uma grande ocasião para que nós nos envolvamos com a nossa família, igreja e sociedade de forma agradável a Deus e sábia diante dos homens.

( O autor do artigo é o Pr, Eber Jamil, dono do blog).

2017: CHEGA DE RELIGIOSIDADE EXTERIOR.

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Costumamos no final de ano e início de outro estabelecermos metas para alcançarmos. Não pensando somente nas metas naturais e materiais, alguns têm objetivos espirituais. Como por exemplo, o aprofundamento do relacionamento com Deus.

Quem pensar assim não poderá deixar de considerar a oração como prioridade. Os religiosos tendem a se apegar as formas esquecendo-se da essência. Assim, muitos oram em formas que eles pensam serem eficientes e deixam de orar em Espírito e em Verdade. Outros são capazes de orações pirotécnicas diante dos outros e quase manifestação nenhuma no particular.

Vamos dar um basta na religiosidade exterior sem vida por dentro. Rasgue seu coração rasgando as vestes ou não. Quebrante-se. É aquele que deseja a Deus e não os aplausos, quando ora crendo em Jesus, que recebe a recompensa do Pai que tudo vê. Tudo que está oculto será revelado. Religião sem vida por dentro será descoberta. Se a nossa oração só for fachada sem fundamento, um dia cairá.

A parábola do fariseu e o publicano ilustra este tipo de mentalidade. O fariseu orava a Deus, mas o foco era si mesmo, Deus para ele era um meio e não o propósito. Já o publicano consciente de quem era, nem olhou para o céu, bateu no peito e pediu misericórdia, pois não justificava a si próprio. Quem foi aceito na oração por Deus foi o publicano.

Se vives como o fariseu, ainda tens tempo de se arrepender. Confesse a Deus seu autoengano e peça a Ele para que em 2017 sejas um autêntico adorador que o adore em Espírito e em Verdade, sem a falsa religião da mera aparência exterior.

 (O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

2016: VIVENDO COM MAIS SABEDORIA.

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A medida que o tempo passa e nos damos conta que o tempo está escasseando devemos ser mais sábios por causa do aprendizado daquilo que já tivemos e ainda temos. O tempo não necessariamente nos faz mais sábios, mas deve ser um aliado a sabedoria, se soubermos extrair sabedoria do tempo vivido. Viver com sabedoria faz toda uma diferença na vida. Aproveitar bem a dádiva do tempo físico é viver consciente do dom de Deus que recebemos a cada minuto.

A sabedoria é mais do que conhecimento. É essencialmente prática e é o que encaminha a nossa vida nas decisões acertadas quando a valorizamos. Os tolos a desprezam, mas os sábios são apegados a ela. O apego se visibiliza de forma mensurável em demonstrações das coisas que são valorizados pelo sábio. O temor e o amor a Deus adquiridos através do conhecimento de Jesus faz com que procuremos seguir seus passos. Quando diante dos dilemas O Espírito Santo capacita e dá poder para nos firmamos nas escolhas certas. O apego a Palavra de Deus também é uma manifestação de sabedoria. Porque amar a Deus é amar a Sua Palavra e obedecê-la. A Palavra de Deus nos traz conhecimentos amplos sobre todos os aspetos da vida e aplicá-la no cotidiano é sinal de sabedoria. A oração é algo também intimamente ligada a sabedoria. Tiago diz que aquele que tem falta de sabedoria peça a Deus, pois ele dá liberalmente. A sabedoria não só vem pelo pedir, mas pela pratica da oração em si, pois a oração pacifica o interior, e o interior pacificado faz melhor as escolhas. A sabedoria também é adquirida pela percepção, observação da vida em si que usufruímos, dos que estão em nossa volta, e das ações de Deus na história no sentido macro e também no micro. Aprendemos quando a percepção passa por uma mente cujo filtro é a Palavra de Deus.

A nossa oração é que o próximo ano seja vivenciado com esta sabedoria que vem de Deus. Cada passo possa ser resultado de uma ponderação sábia. Os sobressaltos sejam enfrentados com coragem cheia de sabedoria. Os impulsos sejam do Espírito agindo em nós. As decisões sejam segundo a Palavra de Deus. Os relacionamentos vivenciados no amor de Deus. A adoração a Deus perpasse a nossa vida por inteiro. A proclamação do Evangelho nunca saía dos nossos lábios.

Sejamos gratos a Deus por mais este dia, por mais uma virada de ano, a tal ponto de vivenciarmo-los com sabedoria do alto cujo fruto é alegria, justiça, paz e amor. Nada de desperdício, de jogarmos a nossa vida ao léu. Urge a necessidade de vivermos com mais sabedoria, que seja assim em 2016. O Senhor seja conosco!

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

A ESPERANÇA E O ANO NOVO.

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Há esperanças e há a Esperança que é fruto da ação de Deus em nossas vidas, sendo uma das maiores virtudes cristãs. As festas de fim de ano mexem com muitos sentimentos em nós, mas em algum desses podemos depositar a nossa esperança? Será que nossos sentimentos são bases para a nossa confiança? Será que a virada do ano em si traz uma nova fase em nossa vida? As questões são: temos uma esperança dada por Deus? Ou uma esperança natural? Quais são as fontes de esperança?

Alguns chamam de esperança o que não é esperança cristã. Alguns pensam que esperança é crer que algo acontecerá de forma vaga e sem convicção. Tal sentimento muitos têm relação ao próximo ano: sonhos, planos, que esperamos que aconteçam, que desejamos, mas não há certeza quanto a realização.

Outros creem em relação ao futuro baseando-se nas suas poses, posição, estabilidade, que parece ter alcançado. Tal sentimento não é esperança, é arrogância, e tal é maligna, porque baseia-se em si mesmo. É uma esperança selfie, que na verdade é em si e para si.

Ainda por esse caminho, a esperança de muitos baseia-se em outrem ser humano. Deposita suas expectativas na ação de alguém. Às vezes baseia-se em promessas feitas, mas quem poderá garantir a concretização? O próprio homem não pode. Maldito é o homem que faz de si mesmo a sua força, e só conta com ele mesmo.

Há a esperança também em algum tipo de meio ou instrumento que nós pensamos nos habilitar para a realização do nosso sonho, como: dinheiro, trabalho, herança, poupança etc. Porém, todas estas coisas são sujeitas a intempéries e desgastes. Além disso quem nos pode garantir que teremos eficiência necessária para manusearmos esses instrumentos a tal ponto de conquistar?

A esperança cristã é ter convicção em Deus, em Sua Palavra. A fé é a certeza das coisas que se esperam. A Esperança é a fé em ação com relação ao futuro. É ter convicção. É viver ancorado em meio ao turbilhão da existência. É crer no amanhã. É saber que Jesus é a Ressurreição e a Vida, quem crê nEle ainda que esteja morto, viverá. A Esperança cristã não é difusa, não tem uma visão opaca, nebulosa. Ela vislumbra aquilo que já foi revelado há muitas gerações. As gerações se sucedem e comprovam que a esperança que temos não é vã. O fato de Jesus ter ressuscitado dos mortos nos dá a certeza, que essa inimiga da humanidade, a morte, não calará a continuidade do Povo de Deus.

Neste fim de ano não sabemos o que nos acontecerá em relação a esta vida terrena. Porém, temos esperança (convicção) que nada nos separará do amor de Deus e que para nós sempre haverá um amanhã, pois temos a vida eterna, que transcende a vida física. Temos a esperança que a obra de Deus na nossa vida não fica inconclusa, Ele concluirá.

Termine o ano alimentando-se da Palavra de Deus. Assim a sua esperança também será alimentada. Nenhuma circunstância por mais difícil que seja tirará de nós a convicção (esperança), que teremos sempre um amanhã, pois a vida eterna já começou, quando cremos, e nunca terminará. A esperança cristã é bem fundamentada pois está alicerçada em Cristo, a Pedra Angular, que viveu entre nós de forma vitoriosa e voltará para nos buscar.

Inicie o novo ano com garra, com coragem de avançar para as metas colocadas e vocacionadas por Deus em você. A nossa alegria está associada com a relação que temos com os nossos propósitos de vida. A esperança tem tudo a ver com a alegria, pois sem esperança não se está vivendo, a pessoa está morta por dentro. Viver é viver com esperança. Impulsionado pelo desejo de alcançar o que Deus colocou no coração.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

2015: VIVENDO COM MAIS GRATIDÃO

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A medida que o tempo passa e nos damos conta que o tempo está escasseando devemos ser mais gratos pela dádiva do tempo que já tivemos e ainda temos. Viver com gratidão é um dos grandes segredos da vida. Tenhamos gratidão, sobretudo a Deus, também pelas pessoas que cooperam com o nosso crescimento, e pelo milagre da vida, que é um dom Divino.

A gratidão é o resultado da perspectiva celestial que temos acerca da vida. É tudo uma questão de olhar da forma certa e para o alvo certo. Se desfocarmos de Cristo nos perderemos no pessimismo, que pode promover a morte em vida, azedando a existência fazendo que o tempo passe sob o tacão do sofrimento.

Pouse seus olhos em Cristo, Autor e Consumador da fé.

Aproveite a proximidade da virada do ano e a do natal para que a esperança volte a reascender em seu coração. Nascimento é uma nova história que começa. Assim, se dá com aqueles que entendem que a encarnação de Cristo foi um tempo de oportunidade única para a humanidade que Deus deu.

O hoje é dádiva. Seja Grato. A certeza do amanhã em Cristo é Graça. Seja Grato.

Neste novo ano sempre ore ao Senhor por uma visão acertada da vida, pois tendo, você será mais grato a Deus, e com isto mais feliz, consciente da Graça dispensada em seu favor.

“Mais Grato a Ti” – Seja a sua petição.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

2014: VIVENDO COM MAIS EXPERIÊNCIA.

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Há viradas de ano em que você passa sem perspectiva. Parece que o dia 31 de dezembro é um dia como outro qualquer, de fato é, um dia como os outros. Entretanto, como todos os dias, não é um dia qualquer. Aliás, é um bom princípio de vida não encarar um dia como outro qualquer. Cada dia que surge, carrega em si, novas possibilidades. Cada dia é ímpar e singular. O sol e a lua, dia e noite, se sucedem, mostrando a continuidade da existência.

Escrito isto, creio que a virada do ano, apesar de ser mais um dia, é uma oportunidade de renovarmos a nossa esperança em Deus para o novo. O ano 2013 passará e 2014 chegará.

E para mim, olhando para o que se passou, percebo um acúmulo de experiências que ajudarão a viver um 2014 de forma mais agradável a Deus. Na vida acumulamos aprendizado, pelo menos deve ser este o “espírito” do discípulo de Cristo, ele cresce na comunhão com Deus e na experiência da vida com a prática da Palavra. Alegrias e sofrimentos são partes do “currículo” não programado, mas não fora do controle de Deus, que adquirimos com o tempo. “As marcas” que deixamos estão espalhadas pelos caminhos de outrora, lembremos-nos delas e sigamos o novo ano de forma mais triunfante.

Sempre me lembro do autor de Hebreus que escreveu sobre o rodeio das inúmeras testemunhas que temos em nossa volta. Na carreira cristã não estamos sozinhos, temos os que estão conosco no momento, temos gerações passadas, temos o Paráclito Divino, Espírito Santo, temos O GPS, a Bíblia, somos nascidos de novo, se cremos em Jesus como Salvador. São muitos os testemunhos de Deus que nos ajudam na caminhada. Portanto, avante vamos para 2014, mais experientes e resolutos em conquistar almas para Cristo.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).