Arquivo da categoria: Família

A FELICIDADE DOS PACIFICADORES.

pacificadores

É tão chamativo o fato de Jesus ter dito que os pacificadores seriam chamados filhos de Deus. Mostrando que a paz é algo tão intrínseco a Deus e que seus filhos carregariam esta marca mesmo o homem sendo suscetível a violência até entre seus familiares como foi o caso do primeiro homicídio entre os dois irmãos Caim e Abel.
A pessoa se torna filho de Deus por adoção quando recebe a Jesus e nasce de novo (Jo 1;12). Deixa de contender contra Deus (Os 4:1) e passa ter paz com Deus (Rm 5:1). Portanto, o pacificador é aquele que é nascido de novo e deseja paz estando disposto a fazer tudo quanto for verdadeiro para que esta paz esteja presente em todos os níveis. Digo isto, porque muitos pensam que pela paz se pode fazer qualquer “coisa”, mas não deve ser assim. O pacificador procura a paz e segue-a (Sl 34:14 e Rm 14:19). Seguindo-a ele não tem a vida contaminada pela amargura (Hb 12:14 e 15).
A personagem Jack Bauer da série 24 horas retrata bem o pensamento de muitos. Ele fez muitas coisas de forma arbitrária para manter a paz e usou de métodos controvertidos e até torturas. O pacificador não vê a paz como apenas uma finalidade, mas como o modo de conduzir a própria vida. Portanto, não usará de meios arbitrários.
Por mais que tentemos fazer a paz com determinadas pessoas, elas se recusaram a viver em paz conosco, porque somos de Cristo, e nosso estilo de vida cristão revela a inimizade já existente contra Deus, A nossa parte é seguir a recomendação: “se for possível, quando estiverdes em vós, tendes paz com todos os homens”. Como filhos de Deus desejaremos a paz indo contra o fluxo de ódio, rancoroso deste mundo. Teremos a disposição para pedir perdão e perdoar. Buscando a reconciliação para que possamos cultuar a Deus sem empecilhos (Mt 5:23 e 24).
Não devemos nos assombrar, e nem nos maravilhar, quando tais coisas acontecem, porque primeiro aconteceu com Cristo. Como Jesus alertou aos seus discípulos primeiro odiaram a Ele. Somos seguidores de Cristo e como tais, receberemos retaliações e perseguições. Quando isto acontecer pela causa de Cristo devemos: “exultar e nos alegrar porque grande é o nosso galardão no céu”. Estamos tão identificados com Cristo e Sua causa que a animosidade a Ele vira antagonismo a nós.
Diante das situações de oposição o pacificador também tem que lidar com a forma de reagir aos enfrentamentos oposicionistas. Portanto, é importante saber reagir positivamente ao mal combatendo-o com o bem (Rm 12:18-21). Não podemos nos esconder em desculpas e reagirmos de forma destrambelhada ao ódio deste mundo. Quando se combate o mal com o mal se está sendo derrotado. O pacificador é aquele que responde a palavra dura com brandura (Pv 15:1), tardio no falar e pronto a ouvir (Tg 1:19). Como Paulo escreveu aos Coríntios: “as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruir fortalezas” (II Co 10:4). Portanto, como pacificadores nos utilizaremos destas armas disponíveis em Cristo que habita em nós pela pessoa do Espírito Santo.
Concluindo, podemos afirmar que o pacificador será levará a mensagem do evangelho, que são as boas-novas da Paz com Deus, que é refletida em paz nos relacionamentos. Como parte da armadura cristã estão os pés do crente calçados dos na preparação do evangelho da paz (Ef 6:15). Jesus na cruz desfez a inimizade que havia entre gentios e o povo de Deus mostrando que o caráter do cristianismo é a pacificação. Como Paulo falou a respeito de Cristo: E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto (Ef 2:17). Unindo aqueles povos que eram antagônicos em um único povo, que é a família de Deus, a saber os que creem em Jesus. A mensagem que o crente proclama é da reconciliação, mas somos mais do que arautos, somos embaixadores da reconciliação. “Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor a Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus” (2 Co 5:20).
Felizes são vocês os pacificadores!

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

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NÃO É BOM O ISOLAMENTO!

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Gn 2:18 -E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.

Não é bom o isolamento porque Deus nos mostra que para vivermos com mais qualidade é necessário que não sejamos apenas verticais pensando somente no nosso relacionamento com Deus, mas também horizontais pensando no nosso relacionamento com o próximo. O resumo que Jesus fez dos 613 mandamentos em dois mandamentos é coerente com que a palavra que Deus proferiu a respeito de Adão que estava só sem ninguém ao seu lado, alguém que lhe fosse correspondente.

Principalmente nos primeiros séculos da história da Igreja muitos buscaram o isolamento porque pensaram que era a melhor maneira de não se misturar com o mundo. O cristianismo começava a deixar de ser perseguido e passou a ser favorecido pelo Império Romano. O que foi visto como favor de Deus por alguns, mas para muitos outros, era o mundo entrando na Igreja e por isto alguns começaram a buscar viver isolados da sociedade para a maior consagração a Deus.

O problema do estilo de vida “ermitão”, urbano, em áreas desérticas, rurais ou não, é a falta de influência positiva que deixa de acontecer na sociedade por causa do isolamento. As comissões deixadas por Jesus nos incentivam pregar o arrependimento, discipular, batizar, ir até os confins da terra para tanto é necessário a vivência em sociedade. Jesus na oração sacerdotal foi claro: Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (17:15). Temos que viver no mundo, mas de uma forma que não nos comuniquemos com as obras infrutuosas das trevas, ou seja, vivermos no mundo sem nos envolver com a malignidade.

O tempo “a sós” tem o seu valor e devemos cultivá-lo, mas que seja para a renovação das forças físicas, espirituais, da devocionalidade para com Deus, mas não podemos nos isolar do convívio com a família, irmãos de fé, colegas de trabalho e da sociedade como um todo. Não é bom que o homem esteja só. O contexto do versículo é a vida a dois, o casamento, porém, podemos estender o entendimento do versículo para a necessidade humana de se relacionar com o próximo. Em Eclesiastes o pregador afirma: “que é melhor serem dois do que um”. Precisamos do momento a sós com Deus, mas também precisamos salgar e iluminar esse mundo como luzeiros de Cristo. Se não salgarmos perderemos a relevância no mundo, não exerceremos a vocação dada pelo Senhor e não seremos respeitados. Nosso chamado é para evangelizar, edificar o Corpo de Cristo, servir a Deus e ao próximo. Não busque o isolamento. Tenha sempre seu momento a sós com Deus, tenha o seu lugar de oração e meditação na Palavra, tenha seus horários regulares para a devoção, mas também viva uma vida influente com todos os seus riscos lembrando-se sempre que quem está com Deus é maioria e que temos uma família, que é a Igreja do Senhor, que coopera com os dons para o desenvolvimento da nossa carreira cristã.

Quando acontece a conversão de alguém a pessoa é inserida pelo Espírito Santo no corpo de Cristo, que é a família de Deus, mostrando que o chamamento é para comunhão com Deus e com o próximo. O novo convertido deve ser acompanhado até que ele possa também acompanhar outros e assim a Igreja do Senhor se multiplica e cumpre o seu chamado.

Jesus se retirou algumas vezes para orar sozinho, mas no Getsemâni quando deixou seus discípulos a sós para orar desejou que eles tivessem acordados enquanto ele orava e repreendeu-os quando encontrou Pedro, Tiago e João dormindo. Jesus sentiu a falta de companheirismo deles, a falta de vigilância.

Nas artes nós vemos também está necessidade ser retratada quando o cavaleiro solitário tem como companheiro um índio chamado Tonto. Quando o Robison Crusoé encontra e tem como amigo o índio Sexta-feira. No filme Náufrago com Tom Hanks, que interpreta o personagem Chuck, o qual após a queda do avião onde viajava, encontra-se preso numa ilha, privado de tudo que o homem moderno precisa, faz amizade com uma bola de volei da marca Wilson que se torna seu amigo imaginário na ilha desértica. Tem um momento emocionante do filme quando ele perde no mar o seu amigo imaginário, o que levou algumas pessoas sensíveis às lágrimas. Tais obras mostram claramente a necessidade do homem do próximo. O homem é um ser social.

A solitude, a meditação é necessária durante um tempo, mas o isolamento não pode ser uma filosofia de vida. Sempre precisamos de alguém! Ninguém basta a si mesmo! A constatação Divina foi que não é bom que o homem esteja só. Talvez você tenha se fechado para o outro por causa das decepções, desilusões, mas o remédio não é encaramujar-se, mas perdoar o abandono, a decepção e viver uma vida saudável, produtiva, e relacional com Deus e com o próximo.  Abra-te! Primeiramente para Deus, e quando isto verdadeiramente acontece, abrimo-nos para o próximo também.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

O NATAL E O FOCO DE INCÊNDIO.

foco de incendio

Quando pensamos em natal pensamos em nascimento, felicidade, paz, fraternidade, família reunida e muitos mais predicados positivos que a data traz à lembrança. Quando analisamos o primeiro natal vamos encontrar esses elementos, mas não houve só calmaria na época natalina. Uma forte oposição se levantou contra o nascimento de Cristo tendo como protagonista Herodes, o grande, rei da Judéia.

Como estava nos planos de Deus, a encarnação de Cristo, Herodes não conseguiu matar Jesus ainda infante. Haveria de chegar no tempo de Deus a crucificação de Cristo, mas não era a hora. Aquele não era o tempo da morte e ressurreição de Jesus. O natal foi tempo do seu nascimento, mas como na vida, nem tudo foram flores, entre anjos, pastores, magos, animais e estrela houve como que um incêndio em Belém, houve uma matança de crianças por parte de Herodes de dois anos para baixo. Uso a figura do incêndio como uma metáfora. Porque houve uma combustão no coração de Herodes. Houve um foco de incêndio em seu coração. Num incêndio real e atual entre as causas habituais podemos destacar falhas ou avarias nas instalações elétricas, acidentes com velas, cigarros ou outras fontes de calor. Com Herodes o foco da combustão no seu coração foi o orgulho. Ele ordenou uma matança pela espada de crianças tentando atingir o Salvador porque viu o seu poder ser ameaçado.

Herodes é um tipo de satanás. Ele foi influenciado pelo espírito luciferiano. Ele como monarca desfrutou de uma impunidade quase absoluta. Um dos seus primeiros atos no governo foi assassinar quarenta e cinco membros do Sinédrio. Também matou seu sogro e cunhado. Forjou um julgamento para matar sua esposa Mariana, e depois matou três de seus filhos. César Augusto disse que era melhor ser porco de Herodes do que seu filho (porque ele não comia carne de porco). Herodes, um pouco  antes de  morrer, mandou matar as pessoas mais representativas do seu reino para que houvesse choro no dia de sua morte. Morreu aos setenta anos e ao invés de choro houve alegria por parte do povo no dia da sua morte. Jesus nasceu no fim da vida de Herodes, quando esse julgava seus rivais eliminados, e quando suas perturbações domésticas chegaram ao auge. Com o nascimento de Jesus o orgulho e inseguro Herodes perturbou-se e satanás usou a vaidade de Herodes como um foco de incêndio para tentar impedir o nascimento do Messias.

Nem sempre entendo a palavra orgulho como algo pernicioso. Creio que num sentido benigno a palavra pode significar um certo amor-próprio ou contentamento por alguma conquista. Não creio que eu erre ao dizer que tenho orgulho da minha filha por quem ela é. Entretanto, creio que o orgulho na maioria das vezes pode ser soberba, que desagrada a Deus e faz com que Ele resista tal pessoa. A Bíblia chama isto de soberba da vida, que foi uma das causas do primeiro pecado do homem, que quis conhecer o bem e o mal como Deus conhecia comendo do fruto proibido. C. S. Lewis tem uma frase interessante: “o orgulho é a galinha sob a qual todos os outros pecados são chocados”. No caso de Herodes sua soberba, seu amor ao poder, seu orgulho e vaidade foi um foco de incêndio numa ocasião majestosa que foi o nascimento de Cristo. No salmo 19 o salmista Davi pede no versículo 13: Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão. Davi chama de grande transgressão a soberba, que acaba se assenhorando da pessoa. Foi o lastimável caso de Herodes.

Tal espírito é tão distante da singeleza, e beleza do natal, do seu significado, mas como vimos no primeiro natal, tal espírito satânico se opôs frontalmente ao Espírito Santo que gerou no ventre de Maria, Jesus, O Filho de Deus, Emanuel, o Salvador. Mas, a soberba, o orgulho, a jactância, não venceram Jesus. Aliás na Bíblia vemos que Faraó, Manassés, Senaqueribe, Nabucodosor, Golias, a família Herodiana e tantos outros foram até onde Deus permitiu ir. Não prevaleceram contra Deus. Herodes, o Grande, mesmo tendo obsessão pelo trono não conseguiu vencer aquele que nasceu numa estrebaria e foi deitado numa manjedoura. Os soberbos deste mundo que esbravejam seus poderes para todo mundo ouvir como Hitler, Stalin e tantos outros se prostrarão diante daquele que tomou a forma de homem e nasceu em Belém. É o que está escrito em Filipenses capítulo 2: 5 – 11:

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.

Neste natal entenda a importância de você andar em humildade com o teu Deus. Procure ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. No livro de Miquéias que profetiza sobre o nascimento de Cristo na pequenina Belém mostra o que Deus deseja de nós neste natal e sempre no capítulo 6:6-8:

Com que me apresentarei ao Senhor, e me inclinarei diante do Deus altíssimo? Apresentar-me-ei diante dele com holocaustos, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, ou de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu ventre pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus?

Não é pirotecnia religiosa soberba que Deus quer. Ele quer que creiamos nEle e em Seu filho que Ele revelou.  Havendo fé genuína haverá coração contrito que Deus não rejeita. No natal não podemos ir na contramão do Deus que tomou a forma humana e nasceu numa estrebaria. Se queres andar com Deus só pode ser em fé e humildade.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

A ESCOLA DO SABER DE DEUS.

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Ser como Cristo, praticando a Bíblia, é o grande desafio. Viver uma vida íntegra, a partir das Escrituras Sagradas, só irá acontecer quando priorizarmos o estudo da Palavra de Deus. É fundamental a conscientização da real importância da Escola Bíblica Dominical para o crescimento espiritual de todos, sejam recém convertidos ou aqueles que cresceram dentro de uma igreja. É na EBD que se criam líderes e se prepara para a vida em comunidade. Mas o objetivo maior, que é entender a vontade de Deus e seus mandamentos, só será alcançado quando os professores compreenderem a necessidade espiritual de seus alunos.

Conhecer algum membro que só vai para igreja assistir a celebração é fácil, infelizmente. O resultado da ausência na EBD ou da falta de Escolas Bíblicas fortes, são cristãos despreparados que cometem erros sobre coisas simples e primordiais ensinadas por Deus de forma clara na Bíblia. É na EBD que toda a igreja tem a possibilidade de desenvolver seu conhecimento bíblico, ter voz ativa para discutir cada versículo bíblico, usar todas as ferramentas necessárias e disponíveis para o melhor aprendizado da Palavra e discutir as linhas de pensamentos e traduções. A EBD é tão importante dentro da comunidade cristã, quanto o louvor e a mensagem do pastor. É na EBD que qualquer pessoa tem a liberdade de interromper para perguntar o que não foi compreendido, ou apresentar uma segunda opinião. A EBD é o primeiro passo para o crescimento espiritual de todo um conjunto, nesse caso, a igreja.

O desafio de qualquer ser humano é deixar seus erros e seguir uma vida íntegra, viver uma constância diante de tudo o que lhe é ensinado. Mas é justamente por isso que a EBD não tem um fim, como a escola, a faculdade, a pós graduação. A Escola Bíblica é feita durante toda uma vida, porque a Palavra é viva e sempre traz uma nova visão pela fé. Isso também, porque qualquer servo do Senhor convive com a sua natureza humana e precisa saber como lidar com as crises durante a vida. Como o apóstolo Paulo descreveu: “Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz” (Romanos 7.19-20).

Se você deseja ser sábio e ter uma vida íntegra, mas olha para a Escola Bíblica como mais um evento da igreja, entenda que ela é a escola do saber de Deus. Uma escola que está preocupada com quem você foi, com o que você é e com o que você será.

Discuta, participe, compartilhe os pensamentos de Deus através desta escola.

(Fonte: Convenção Batista Brasileira)

 

 

FRASES POSTADAS NO TWITTER 45.

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20 de mar

A adoração envolve a paternidade celestial de Deus. Sabe-se que Ele é Pai, mas um Pai que está além da paternidade terrena, não falível.

21 de mar

Jesus fez um convite que continua válido:“Vinde a mim”. Todos convidam para um lugar ou para a fé em um dogma. Jesus fez o convite para ir a Ele.

22 de mar

Às vezes Jesus não responde imediatamente porque quer testar a nossa fé e obediência. Ele exercita a nossa paciência que nos levará a maturidade.

23 de mar

É muito importante termos a conduta acertada, mas não basta o exterior, é preciso que o coração esteja próximo de Deus.

25 de mar

Jesus ressuscitou. Vivo está. Ele está presente através da pessoa do Espírito Santo. Atuando de incontáveis maneiras.

25 de mar

Não faça parte dos muitos que desprestigiam o casamento. Tenha em alta conta. Sabendo que o que Deus ajuntou não separe o homem.

26 de mar

Sobre o ponto de vista do cristão, todas as coisas cooperam para o nosso bem. Até aquilo que parece ser contraproducente

27 de mar

Quantos pensam e tratam Deus como se fosse uma energia impessoal? Jesus é a Prova Máxima que Deus é um Deus pessoal e que ama a humanidade

28 de mar

A Vida Eterna é uma dádiva do Pai. É dada pela Graça. Não é adquirida por obras e méritos.

29 de mar

Deus é Aquele que nos guarda sem dormir ou pestanejar. O Agir de Deus é de acordo com seus atributos, por isto não nos desesperemos.

(O autor das frases é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

PATERNIDADE DIVINA.

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Nós costumamos ver Deus como Pai, mas também Ele pode ser comparado com a mãe. Deus é Espírito e não possui sexo, Ele exerce o papel materno e paterno junto aos seus filhos. Sinta-se acolhido por Deus como filho se você já creu em Jesus. A forma de ser feito filho de Deus é recebendo Jesus e crendo no Seu Nome. Assim, Ele te receberá com o coração paterno e materno que Ele tem.

Pode até mesmo acontecer de termos referencias paternos distorcidos, que nos abandonaram, maltrataram, incitando a raiva em nós. Deus como Pai e Mãe dos que creem em Jesus não é assim. Ele é O Pai Celestial, que não falha, se os pais terrenos falharem. Como escreveu o profeta Isaías: Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti (Is 49:15).

Como também escreveu Davi – Ainda que me abandonem pai e mãe, o Senhor me acolherá (Sl 27:10).

Quando penso nesta palavra de Davi entendo que Deus, o Pai, acolhe os filhos desamparados usando pessoas para exercerem na vacância dos pais biológicos o papel essencial dos pais. Há muitos tutores, pais adotivos e até mesmo cuidadores, que acabam desempenhando o papel paterno ou materno. Creio que Deus em Sua Providência se utiliza dessas e outras pessoas como instrumento de acolhimento.

Deus ensinou que a verdadeira religião é cuidar dos órfãos e das viúvas. Ele próprio, providenciou a humanidade o envio de Seu Filho para poder tornar os homens filhos de Deus, a saber os que creem em Seu Nome. Homens que estavam afastados de Deus dominados pelo pecado, escravos de satanás, foram libertos. Independente da família natural de origem, a pessoa pela fé em Jesus passa a pertencer a família de Deus para sempre.

A paternidade de Deus é algo tão importante de se conhecer, que O Senhor Jesus na sua oração modelo mostrou que a paternidade de Deus é a forma como devemos nos relacionar com Deus, começando com a expressão “Pai nosso”. A base da oração é a paternidade de Deus. Quando oramos, oramos como filhos através de Cristo Jesus. Orar é tão inerente ao filho de Deus como o filho terreno conversar e manter um relacionamento com seu pai terreno. Aliás, o relacionamento com Deus como O Nosso Pai é a alegria mais sublime que um homem pode ter. A prática das disciplinas espirituais são prazerosas porque há certeza da presença de Deus. Ele é O Pai, que está conosco sempre, e que sempre trabalha para os que nEle esperam. Diz a Palavra que os segredos do Senhor são para quem lhe teme. Temor é a reverência que se faz a Deus pelo senso da Sua Presença constante. Mergulham nas profundezas espirituais aqueles que vivem norteados pelo senso da presença de Deus e desfrutam de Sua intimidade pelas disciplinas espirituais.

Celebre o Pai Celestial que você tem. Adore-o. Desfrute da Sua intimidade – orando e lendo a Palavra. Honre ao seu Pai – santificando seu nome. Proclame a todos que há possiblidade de pertencer a família de Deus através de Cristo e ser transformado em filho de Deus por adoção.

(O autor do artigo é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).

FRASES POSTADAS NO TWITTER 27.

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8 de set

A fé em Cristo precisa aprofundar-se, encontrar um terreno fértil onde a Palavra germine e frutifique. Nada de viver uma vida superficial.

9 de set

Há uma realidade espiritual por detrás da maioria das demandas da existência, e só chega a esta conclusão quem tem visão espiritual.

10 de set

O servo do Senhor deve ter um bom procedimento no que diz a respeito ao amor, a fé e a pureza.

11 de set

Os pais precisam depender de Deus e ter consciência da necessidade do sustentáculo Divino.

12 de set

Tendo conhecido Jesus deve se crescer no conhecimento dEle através das disciplinas espirituais, sendo meios que O Espírito Santo usa.

12 de set

A Igreja local precisa ser acolhedora. Viver numa ambiência familiar. Jesus disse que pertenciam a família dEle quem fazia a Sua vontade.

13 de set

O Poder do Espírito visa capacitar o testemunho.É para isto que Deus nos enche.Ser cheio do Espírito é ser uma testemunha eficiente de Jesus.

15 de set

Deus trabalha em nós para nos levar ao amadurecimento da fé. Trabalha através da instrumentalização de pessoas e circunstâncias.

16 de set

Não podemos nos guiar pela má conduta dos outros. O nosso referencial é Cristo revelado nas Escrituras.

17 de set

A vida possui diariamente recomeços. Espiritualmente falando, Jesus, O Sol da Justiça, pode fazer com que a nossa vida também tenha um recomeço.

(O autor das frases é o Pr. Eber Jamil, dono do blog).